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Haaland foi Haaland e FC Porto não resistiu ao Manchester City

Atualizado
Estádio do Dragão vai receber o encontro
Estádio do Dragão vai receber o encontroOpta by Stats Perform, PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

O FC Porto perdeu frente ao Manchester City (0-2), num jogo decidido por Erling Haaland. Diogo Costa foi a grande figura dos dragões, com várias defesas de enorme nível, evitando uma derrota mais pesada perante o domínio inglês.

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As notas individuais dos onzes iniciais
As notas individuais dos onzes iniciaisFlashscore

Francesco Farioli promoveu duas alterações no onze do FC Porto para a receção ao Manchester City. Francisco Moura saiu para dar lugar a Martim Fernandes, enquanto Froholdt, a cumprir o protocolo da UEFA depois da concussão sofrida, foi rendido por Alan Varela. Do outro lado estava um City de enorme poder ofensivo, com Haaland como referência e muita capacidade para acelerar pelos corredores.

O FC Porto até começou melhor, tentando ultrapassar a pressão contrária e ligar o jogo com critério nos primeiros minutos. Aos 15 minutos, Gabri Veiga ficou muito perto de abrir o marcador, mas Donnarumma negou o golo ao médio espanhol. A resposta inglesa surgiu logo a seguir, com Antoine Semenyo a rematar em arco para defesa tranquila de Diogo Costa, num primeiro sinal daquilo que o guarda-redes portista teria pela frente.

São Diogo só não travou Super Haaland

A partir daí, o Manchester City cresceu de forma clara e passou a dominar por completo a partida. Pressão alta, boa circulação, verticalidade e muita presença no último terço. Aos 23 minutos, Diogo Costa assinou uma defesa estupenda a remate de Haaland, depois de uma jogada bem trabalhada pela esquerda. Pouco depois, aos 27', Semenyo voltou a cruzar para o avançado norueguês cabecear por cima, com a bola a rasar a barra.

O ímpeto do jogo
O ímpeto do jogoFlashscore

O sufoco continuou. Aos 29 minutos, Phil Foden rematou rasteiro para mais uma intervenção de Diogo Costa e, aos 33', o guarda-redes voltou a vestir a capa de herói com duas enormes defesas no mesmo lance: primeiro a Haaland, numa intervenção quase surreal, e depois a Cherki, após ataque conduzido pela direita. Ao intervalo, o FC Porto ainda respirava, mas os números explicavam o domínio inglês: apenas 29 por cento de posse de bola para os dragões e zero remates.

A segunda parte trouxe o golpe que parecia anunciado. Aos 47 minutos, Semenyo voltou a fazer estragos pela esquerda, com a sua irreverência a baralhar a estrutura portista. A bola sobrou para Enzo Fernández, que cruzou com precisão para Haaland se antecipar a Kiwior e cabecear para o fundo da baliza. O suspeito do costume desbloqueava o jogo e dava vantagem ao Manchester City.

O FC Porto tentou reagir e, aos 57 minutos, Alan Varela rematou ligeiramente ao lado. A equipa de Farioli melhorou significativamente a partir da hora de jogo, mostrou mais capacidade para ter bola, sair da pressão e olhar o City nos olhos, mas continuou a sentir dificuldades para transformar essa reação em oportunidades claras. Ainda assim, aos 67 minutos, William Gomes quase aproveitou uma falha defensiva dos ingleses para criar perigo.

Do outro lado, o City manteve sempre ameaça em transição e obrigou o FC Porto a viver no limite. Aos 77 minutos, Kiwior ofereceu o corpo às balas e impediu que o remate de Rayan Aït-Nouri seguisse o caminho da baliza portista. Já aos 85', o lateral voltou a aparecer numa transição rápida e ficou perto do segundo, com um remate forte que saiu ao lado.

As principais estatísticas da partida
As principais estatísticas da partidaFlashscore

Machadada final do viking

O FC Porto ainda tentou acreditar até ao fim, mas o golpe final chegou aos 90+2 minutos. Rayan Aït-Nouri cruzou rasteiro da esquerda e Haaland, de pé direito, voltou a inscrever o nome na lista de marcadores, gelando o Dragão e fechando praticamente todas as contas da partida. Dois minutos depois, Enzo Fernández ainda atirou para mais uma defesa de Diogo Costa.

No fim, ficou uma derrota portista explicada pelo peso do domínio inglês. O FC Porto resistiu muito graças a Diogo Costa, que evitou males maiores com várias defesas de grande nível. Ainda assim, o Manchester City foi mais forte, criou mais, controlou durante largos períodos e resolveu pelo suspeito do costume: Erling Haaland.

Melhor em campo Flashscore: Erling Haaland (Manchester City)

Os principais números de Haaland
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