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Novidades: “São sete jogadores novos, pretendo que o facto destes jogadores demonstrarem um rendimento nas equipas onde estão que é compatível a chamada à seleção principal, no caso dos sub-21. Utilizando as palavras de Ronaldo pretendemos renovação tendo em vista o futuro”.
Cristiano Ronaldo: “Neste momento temos de falar sobre ele, mas tudo o que aconteceu no passado não me interessa. Claro que pensava que ele voltava, claro que pensava convocá-lo e falar com ele. Tenho de respeitar, decidi que era hora de abandonar a seleção. Mais tarde ou mais cedo ia acontecer. Não posso ignorar o que ele foi para Portugal, o que ele ainda é para Portugal. São duas coisas completamente separadas uma da outra.
Surpresa com Ronaldo: "Soube quando todos nós soubemos. Foi-me comunicada ontem, depois do vídeo que ele fez. Até aí não tinha conhecimento de nada. Estava a jogar, a fazer golos, estava na minha convocatória. Não tentei falar com o Cristiano Ronaldo. Eu ia sempre ficar na história do Ronaldo por ser o selecionador com quem ele ia sair nestes quatro anos que tenho de contrato. Era ele que decidia. Em qualquer momento ia acontecer. Ia estar sempre ligado até 2030".
Tudo sobre o caso Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo anunciou a despedida da seleção portuguesa a 05 de novembro, depois de ter abandonado o estágio da equipa a 30 de setembro, na véspera do jogo com a Dinamarca.
Veja as reações ao adeus do capitão e recorde todas as polémicas de CR7 com Portugal, assim como toda a cronologia da crise.

Mágoa com Ronaldo: "Pensava convocá-lo, pensava que ele ia continuar na Liga das Nações. Não há mágoa, todas as minhas decisões foram a pensar na equipa. Como treinador tenho de defender o que é o melhor para a equipa, estou tranquilo em relação a isso".
Caso com Ronaldo: "Não vou falar mais sobre o que aconteceu".
Pedro Proença: “Não vou comentar aquilo que o presidente pode fazer ou decide fazer. Está fora de questão”.
Presença de pessoas externas à FPF em reuniões: “Estamos a voltar ao mesmo tema, não falo mais disso”.
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Pressão para ter sucesso imediato: “Não é por este facto. Os treinadores estão sempre pressionados pelos resultados. Nestes quatros jogos, Portugal garantiu os quartos de final, em conjunto com a Espanha. Quando estás numa seleção com a qualidade desta, em que sentes que podes ganhar título, essa pressão será sempre igual”.
Novo capitão: “O selecionador não escolhe o capitão, é pelas internacionalizações. Neste momento existem cinco, curiosamente todos eles já foram meus jogadores. A lógica vai-se manter igual. Bernardo Silva, Rúben Dias, João Cancelo, Bruno Fernandes e Rúben Neves. São estes cinco, não por ordem.

Bernardo Silva: “Pode oferecer a experiência dele, qualidade como jogador. Está numa boa fase no Real Madrid e não é fácil ser titular numa das melhores equipas do mundo. Não duvido do valor dele, sabendo que Portugal tem outros jogadores de qualidade que estão nas melhores equipas do mundo”.
Fábio Silva e Gustavo Varela: “O Fábio Silva está a crescer no Borussia Dortmund, fez um golo e uma assistência neste último jogo. Tem características a ver com a forma como penso nos avançados. O Varela é um miúdo que é só o melhor marcador do campeonato italiano. Foi dentro dessa ideia que acreditamos nele”.

Autoridade reforçada: “A primeira vez que estivemos juntos a equipa demonstrou a capacidade técnica e técnica, mas também a interligação que existe entre eles. Tive vantagem de ter jogadores com muitos que já trabalharam comigo. Acreditam no processo, na ideia, querem continuar a ganhar”
Alberto Costa: “Vi vários jogos do FC Porto, acho que é um lateral-direito que tem vindo a melhorar, fisicamente muito forte, tecnicamente com muita capacidade. Para além disso tem características posicionais semelhante ao meu pensamento para essa posição. Tenho a certeza que vai ser um jogador de futuro, no qual Portugal vai ter mais um grande jogador na seleção portuguesa”.
Cristiano Ronaldo disse em comunicado que queria voltar: “A certeza absoluta que tenho é que trabalhou comigo um ano, fomos felizes no clube onde tivemos, fomos campeões. Respeito a decisão dele. Seria sempre comigo, nestes anos todos que iríamos trabalhar. Não sei o porquê da decisão dele. O momento dele estava próximo, ele escolheu. Só ele é que pode responder”.
Estádio da Luz: “Claro que gostava que Portugal voltasse ao Estádio da Luz. É um estádio emblemático, para mim diz-me muito, foram sete anos que treinei o Benfica, seis muito feliz, nunca ganhei tantos títulos noutro clube. Gostava muito que voltasse a jogar lá”.
Mudar o passado: “Zero. Tomei uma decisão de treinador, a pensar na minha equipa. Não fiz nada para que isso pudesse ter acontecido”.
Falar com Ronaldo: “Não falei com o Ronaldo, estava a pensar convocá-lo e ia ter tempo para falar com ele”.
Responsabilidade acrescida sem Ronaldo: "Responsabilidade é a mesma, porque a responsabilidade é ganhar, o facto de ele não estar na seleção não vai trazer nem mais, nem menos”.
Culpado por Ronaldo sair: “Não sai por minha causa, se calhar apressei as coisas. Estava na cabeça dele que mais convocatória, menos convocatória, isso ia acontecer”.

Rodrigo Mora: “São dois jogadores com características posicionais semelhantes. Podem desempenhar muito bem aquela posição. O Mora tem sido um jogador com vários jogos na Roma, muito participativo ofensivamente com golos e assistências. Enquadra-se dentro do que penso que vai acontecer nestes dois jogos. Ainda ninguém me fez essa pergunta porque chamei 25 jogadores agora e 28 agora”.
Convocatória alargada: “Não sei o que vai acontece nos dois jogos, mas sei que a seleção tem sete jogadores à bica, se levarem um novo amarelo não podem jogar contra Gales. Como não sei quantos vão levar amarelo, não tem lógica nenhuma irem viajar comigo para tomar conta de mim, vão para os clubes onde estão. Foi por isso que foi pensado. Só o jogo é que dita.
Geovany Quenda: “O Geovany Quenda não tem feito tantos jogos, fez um dos últimos contra o Tottenham, onde vi o jogo e achei que ele fez um excelente jogo. Nos outros jogos entra poucos minutos. É um miúdo, o futuro da seleção e quero começar a adaptar os jovens, não a pensar no Mundial, mas às minhas ideias para ficarem mais próximos e bem preparados em convocatórias futuras”.

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