A dois dias de completar 27 anos, o algarvio, 10.º em Roma-2024, procurava juntar o cetro europeu ao mundial ao ar livre, mas acabou por ser o último na final, perante o ataque de Nillessen (03.35,70), que deixou o sueco Samuel Pihlström (03.36,16) e o irlandês Andrew Coscoran (03.36,24) nas segunda e terceira posições, respetivamente.
Rui Silva e Mário Silva, com as medalhas de bronze em Munique-2002 e em Split-1990, continuam a deter os melhores resultados nacionais nos 1.500.
