Segundo este documento, datado de 13 de abril, a AG extraordinária agendada para 09 de maio volta a integrar a alteração estatutária na ordem de trabalhos, depois do adiamento da discussão da reunião magna em 28 de março.
Em debate pelas associações distritais e regionais e sócios extraordinários vai estar a escolha entre duas propostas alternativas sobre a composição da AG.
A FPA justifica a necessidade desta alteração com a renovação do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva (UPD), sendo necessário assegurar a conformidade com o Regime Jurídico das Federações Desportivas (RJFD) em relação à composição e representatividade da AG nas modalidades individuais.
Na primeira proposta as 22 associações distritais e regionais têm direito a eleger 44 delegados, enquanto os associados extraordinários, das associações de atletas, de juízes e de treinadores, elegem um cada.
Os praticantes ficam com direito a eleger 10 delegados, enquanto quatro representam os juízes e quatro os treinadores.
A outra proposta é idêntica, mas retira um delegado aos praticantes, que passam a eleger nove e não 10. Por outro lado, a Associação Portuguesa de Organizadores de Provas de Atletismo (APOPA) e a Associação Trail Running de Portugal (ATRP) têm direito a eleger um delegado cada, o que não acontece na primeira proposta.
A FPA vai também ratificar a atribuição da distinção de membro honorário a Carlos Lopes, cuja entrega decorreu no dia 27 de fevereiro, numa cerimónia evocativa dos 50 anos da primeira medalha de ouro mundial do antigo atleta.
Carlos Lopes conquistou a medalha de ouro no Campeonato do Mundo de corta-mato de 1976, em Chepstow, no País de Gales, a primeira de três coroas mundiais da sua carreira nesta disciplina.
Em 1984, o antigo atleta luso venceu maratona dos Jogos Los Angeles-1984, naquela que foi a primeira medalha de ouro olímpica para Portugal.
