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Basquetebol: Clayton Sport e Ronaldinho são os últimos recursos do Mónaco

Ronaldinho é a cara do consórcio que quer o Mónaco
Ronaldinho é a cara do consórcio que quer o MónacoBUDA MENDES / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Na véspera da videoconferência com o CNOSF, o Mónaco tomou conhecimento de que Jamal Mashburn, presidente do fundo de investimento Helen Holdings, se tinha retirado do processo de aquisição. A única saída agora é o fundo andorrano Clayton Sport, com Ronaldinho como figura de proa.

Ao início da tarde, o jornal L’Équipe anunciou que Jamal Mashburn e o seu fundo de investimento Helen Holdings não irão adquirir Mónaco.

Depois de já ter dado o fora na véspera da decisão da Câmara Federal de Recurso da Liga Nacional de Basquetebol, o antigo jogador da NBA voltou a fazer o mesmo, quando a videoconferência com o CNOSF está marcada... para quinta-feira, às 10:00. Mashburn não conseguiu angariar o dinheiro necessário para a sobrevivência do campeão de França, ou seja, 10 milhões de euros. 

Assim, Oleksiy Yefimov, diretor executivo da Roca Team, retomou o contacto com a Clayton Sport, cujo rosto mediático não é outro senão o de Ronaldinho. Inicialmente, Yefimov pretendia ceder apenas 80% das ações, mas, segundo informações do L’Équipe, esse valor seria agora de 90%, sobretudo porque o fundo andorrano estaria disposto a assumir o clube, mesmo em caso de despromoção administrativa. 

O advogado do Mónaco solicitou, portanto, um adiamento da audiência por cinco dias, ou seja, para 25 de agosto, data inicialmente proposta pelo CNOSF… mas antecipada a pedido do clube. Se o pedido não for deferido, a probabilidade de o Mónaco se safar resumir-se-ia a uma última solução: um recurso para o tribunal administrativo.