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Wembanyama regressa à seleção francesa: "É um desafio interessante"

Wembanyama em Le Chesnay (Yvelines) a 8 de agosto.
Wembanyama em Le Chesnay (Yvelines) a 8 de agosto.KENZO TRIBOUILLARD/AFP

De regresso aos Bleus dois anos após os Jogos Olímpicos de Paris, Victor Wembanyama detalhou esta segunda-feira o novo “desafio” que o espera na seleção francesa de basquetebol e a vontade que tem de voltar a encontrar-se com os adeptos franceses.

Na segunda-feira, no Co'met de Orleães, onde no final da semana se disputará um segundo jogo particular frente à Sérvia — o primeiro será na quinta-feira em Belgrado —, todas as atenções estavam centradas no poste dos Spurs, que não vestia a camisola azul desde a final olímpica perdida diante dos Estados Unidos em 2024.

"Sabe bem, apercebo-me de que já não aprendia novos sistemas, novas formas de jogar há muito tempo, porque agora mudamos completamente com o Freddy (Fauthoux), com uma nova equipa técnica, por isso é um desafio interessante", afirmou o próprio jogador à imprensa, referindo-se assim às mudanças realizadas na equipa de França desde a saída de Vincent Collet há dois anos.

A um ano do Mundial-2027 no Catar, Wemby regressa numa janela internacional. Não pôde participar no Europeu da época 2025 nem nas últimas fases da qualificação. No entanto, não considera que tenha tido dificuldades em recuperar os seus automatismos num grupo que também mudou.

"Somos todos um pouco novos, o Freddy também, o Evan (Fournier) regressa depois de muito tempo. Não é difícil, na verdade já joguei contra quase todos ou com quase todos".

Após o duplo confronto com a Sérvia, os Bleus terão de disputar dois jogos de qualificação para o Mundial frente à Eslovénia (a 27 de agosto), em Paris, e depois na Suécia três dias mais tarde.

Será também a oportunidade de voltar a encontrar-se com os adeptos franceses. "Tenho muita vontade, quero ver como evoluiu o público, porque é um desporto que está a crescer em França", analisa.

"Já não visto esta camisola diante dos nossos adeptos há muito tempo. É especial (vestir a camisola azul) porque se trata de desafios mais curtos, a intensidade de uma edição dos Jogos Olímpicos, falamos de poucas semanas. Sabemos que há muito poucos jogos numa carreira internacional, por isso cada um conta mesmo".