Recorde as incidências do encontro
O FC Porto tinha nas mãos a possibilidade de confirmar o apuramento para a final no terceiro jogo em casa e entrou com tudo. Depois de uma partida equilibrada a meio da semana, com o Sporting a começar melhor, o jogo 4 começou com domínio completo da equipa da casa.
Após um arranque eficaz por parte das duas equipas, com Miguel Queiroz a destacar-se desde o apito inicial com oito pontos ao fim de apenas cinco minutos, o FC Porto criou uma distância considerável para a equipa de Luís Magalhães.
Cornelius Hudson foi a figura do primeiro período. O norte-americano terminou o primeiro quarto com 10 pontos e sete ressaltos, números próximos do... Sporting. A equipa leonina chegou ao fim dos primeiros 10 minutos com 16 pontos de desvantagem (30-14) e com menos um ressalto do que o poste portista.

No segundo período, a partida continuou entretida e melhorou com a subida da eficácia da equipa verde e branca, que começou com um triplo de Diogo Ventura e foi diminuindo a distância para o FC Porto aos poucos.
Apesar do jogo quase perfeito no plano ofensivo, com Miguel Maria (seis assistências em seis minutos) em destaque, o FC Porto viu o Sporting reentrar na partida. Os leões fizeram mais do dobro dos pontos do primeiro período e, com um parcial de 27-33, foram para o intervalo a 10 pontos de distância (57-47).
A trajetória ascendente do Sporting antes do intervalo manteve-se depois do descanso. Diogo Ventura, no centro de uma polémica durante a última partida, carregou a equipa leonina e entrou no último período com 20 pontos.
Apesar do apoio do público da casa, um parcial de 0-9 favorável aos leões relançou o jogo em definitivo e um triplo de Malik Morgan empatou (70-70) o marcador pela primeira vez desde o início da partida.
No início do período decisivo, e depois de um parcial de 19-28 no 3.º quarto, o Sporting assumiu mesmo a liderança depois de novo triplo de Malik Morgan, mas no momento das decisões a ansiedade acabou por afetar os ataques, em particular o leonino, que depois de uma recuperação épica vacilou quando não podia e permitiu ao FC Porto recuperar a liderança e confirmar o apuramento para a final com um afundanço de Hudson (24 pontos e 13 ressaltos) a selar a festa portista.

