Recorde aqui as incidências do encontro
A partida no Rio de Janeiro começou exigente para os visitantes. O Botafogo apresentou-se mais perigoso no arranque e dispôs de uma soberba ocasião quando Lucas Villalba surgiu isolado perante Carlos Miguel, mas o argentino atirou ao lado no momento da definição.

O Palmeiras equilibrou os acontecimentos após esse aviso e encadeou boas dinâmicas ofensivas. Os melhores lances dos paulistas surgiram no arranque da segunda metade, primeiro num remate em arco de Flaco López a rasar o poste e, logo a seguir, num cabeceamento à queima-roupa de Maurício a travar uma estirada de grande nível do guardião Gabriel Batista.
O jogo aéreo voltou a figurar como a principal arma da turma visitante, mas o duelo acabou por cair numa toada truncada e sem golos, consumando a perda do comando da prova por parte do conjunto de São Paulo.
A vantagem paulista na liderança dissipou-se após uma sequência de apenas dois triunfos nas últimas sete rondas da Série A (três empates e duas derrotas), somando nove pontos em 21 possíveis. No mesmo período, a formação rubro-negra registou 17 pontos em 24 disputados (cinco vitórias, dois empates e uma derrota), incluindo o jogo em atraso frente ao Mirassol.
Número do Jogo
De salientar ainda os registos da primeira parte: o Botafogo somou um registo ligeiramente superior de golos esperados em comparação com o Palmeiras (0,61 xG contra 0,59 xG), apesar de registar apenas 31% de posse de bola.
A contabilidade de remates refletiu o equilíbrio (7-10). No segundo tempo, o cenário manteve-se emparelhado, com 0,49 xG contra 0,52 xG e sete remates para cada lado.

Na próxima jornada, o Botafogo volta a atuar em casa no sábado perante o Red Bull Bragantino. Por seu lado, o Palmeiras vira atenções para as competições continentais, recebendo a LDU Quito na quarta-feira em jogo a contar para as meias-finais da Taça Libertadores.
