O corredor de 29 anos, que tem tido dificuldades em regressar ao seu melhor nível nos últimos anos, integra agora a formação de Wout van Aert e Jonas Vingegaard com efeito imediato e, por isso, não irá terminar a época na NSN, a sua antiga equipa.
Em 2020, a sua queda a alta velocidade a poucos metros da meta da primeira etapa da Volta à Polónia chocou o mundo do ciclismo. Vítima de um traumatismo craniano e de uma fratura do palato, foi colocado em coma induzido e submetido a uma cirurgia à cabeça que durou mais de cinco horas. Esta queda foi provocada por outro sprinter, Dylan Groenewegen, que na altura corria pela… Jumbo-Visma. Este último foi suspenso durante 9 meses.
Já em 2021, Jakobsen voltou a vencer corridas e destacou-se, nomeadamente, ao triunfar na segunda etapa da Volta a França 2022 e na prova em linha dos campeonatos da Europa no mesmo ano.
Desde a sua transferência em 2024 para a NSN, o sprinter tem acumulado lesões e não voltou a vencer nenhuma corrida de relevo. Não figura em nenhum top 10 desde o início da época.
"O meu objetivo é voltar ao nível em que possa novamente lutar (...) e sprintar pela vitória", explicou o veloz neerlandês no comunicado da sua nova equipa.
"Enquanto sprinter, nunca se vence sozinho, por isso fazer parte de uma equipa forte é fundamental. Penso que este é um dos melhores ambientes de rendimento do mundo", acrescentou.
"A equipa (Visma) quer dar-lhe o tempo e o enquadramento de que necessita", e prevê um "regresso progressivo à competição" nos próximos meses.
Em termos numéricos, Fabio Jakobsen substitui na Visma Olav Kooij, que partiu para a Decathlon na época passada e venceu uma etapa na Volta 2026.
