“Os 200 metros tem sido uma prova com nível cada vez mais alto, surpreendentemente alto, e tenho plena noção do quão difícil é estar numa final. Vou dar o meu melhor, quero bater o meu recorde e vou ficar contente com qualquer resultado. Esta final motiva-me para o que aí vem no K2 500”, disse.
Em declarações à Lusa, a jovem canoísta, de 21 anos, comentava a sua passagem à final com o segundo lugar na sua meia-final, a 305 milésimos da russa, a competir com bandeira neutra, Ekaterina Shliapnikova, que cortou a meta em 45,636 segundos.
Na final de sábado, às 11:40, a limiana vai na lateral pista nove, que normalmente é indesejada em Montemor-o-Velho, tradicionalmente favorável às três primeiras, mas não se atemoriza com isso.
“Pode ser que tenha sorte e o vento rode para outro lado. Tenho de aceitar as condições e dar o meu máximo na mesma”, referiu.
Com Inês Penetra, ficou a menos de 300 milésimos de aceder diretamente à final, mas terá uma nova oportunidade nas meias-finais que contam nas bancadas com o entusiasta apoio dos portugueses.
“Apesar das condições (vento regular) que toda a gente sabe que às vezes são um pouco ingratas, mas que até têm estado espetaculares, gosto muito de competir aqui em Montemor-o-Velho. Tem estado condições espetaculares”, concluiu.
Os Europeus juntam cerca de 600 canoístas de 39 países.
