Acompanhe aqui as incidências e o relato do encontro
Antevisão à partida, reencontro e triunfo do Académico em Alvalade: "No jogo da Liga que disputámos com o Académico já foi muito difícil e depois dessa derrota eles entraram numa série muito positiva de resultados. Gastei muitas palavras bonitas a falar deles antes desse jogo e só provaram que eu estava certo. Amanhã será um jogo diferente, vamos ter que estar prontos para a exigência e vamos com tudo, como sempre".
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Jogos de três em três dias para três competições diferentes: "O calendário é muito exigente, sabemos que é assim num clube de topo, estes são os padrões. Para jogadores e treinadores. Numa época longa, estamos sempre a par da importância da coesão do grupo, temos todos fisicamente e mentalmente disponíveis para competir. E temos exemplos: antes do jogo com o Rio Ave, o Martim lesionou-se na véspera, o Nehuén Pérez entrou no onze no seu lugar e marcou um golo; antes do último jogo, o Oskar Pietuszewski lesionou-se no aquecimento, o Borja Sainz foi para o seu lugar e decidiu o jogo. Jogámos a um nível em que toda a gente precisa de estar preparada para aproveitar a sua oportunidade. Os jogadores estão prontos para mostrar a sua qualidade".
Valorização da competição: "Preparamos e valorizámos os jogos com a mesma atenção e compromisso. A forma como preparámos o primeiro jogo de pré-época ou os quartos de final da Liga Europa é com a mesma atenção e o mesmo desejo. É o que vamos fazer no jogo de amanhã".

Mais Ligas dos Campeões do que Taças da Liga no palmarés: "Para nós, isso não faz diferença na preparação do jogo. Há momentos e ímpetos diferentes, necessidade de ter os jogadores a um certo nível para competir. A época vai ser muito longa e temos de ter isso em atenção, mas dando a atenção certa e peso certo a cada jogo".
Presença de jovens no treino de segunda-feira: "Chamámos esses jogadores da academia porque tivemos um jogo grande em Barcelos e alguns jogadores tiveram um dia extra de folga ou recuperaram fora do relvado. Por isso, vieram alguns jovens da equipa sub-19 ou equipa B ajudar-nos nos treinos táticos. Já voltou toda a gente às respetivas equipas, exceto o Mateus Mide porque estamos curtos nas alas e é o único (desses jovens) que será convocado para o jogo de amanhã (terça-feira)".
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Boletim clínico: "É difícil dar uma data certa. A do William Gomes é uma questão de gestão de dor, já está a recuperar, está a trabalhar em campo, tem uma condição física e resistência muito boas, se a dor der para gerir vai voltar o mais rápido possível.
Quanto ao Oskar Pietuszewski, não é nada muito sério, mas são pequenos espasmos e pequenos problemas que têm vindo a acontecer. Requer alguma atenção da nossa parte, mas creio que também vai voltar em breve. O que aconteceu na última pausa internacional, em que alguns jogadores não ficaram connosco para recuperar a condição física, acabaram por prejudicar o regresso à competição. O Oskar ainda precisa de alguma adaptação ao nível de competição, creio que estes pequenos problemas musculares têm a ver com isso. Mas espero que que volte antes da próxima pausa internacional".
Gabriel Mec: "Estamos a falar de um talento e um jogador habilidoso. O mais importante tem sido a sua velocidade de adaptação ao contexto em que estamos, foi o que mais me surpreendeu. Ajustou-se rapidamente às exigências que temos, o desejo que tem de trabalhar coletivamente e ao que precisámos dele. Foi notável o que fez nos jogos de preparação que fizemos. Em termos de posição, pode jogar na ala, como provou na Youth League tem capacidade e características para jogar como extremo. A sua história recente no Brasil diz muito sobre um jogador que pode jogar tanto por dentro - como número 10 - como por fora. Tem a habilidade e capacidade física para jogar em diferentes posições. Só tem de encontrar o seu ritmo certo, a resistência e tem de esperar pelo momento certo para mostrar as suas qualidades".
Cláudio Ramos vai ser o guarda-redes?: "Vamos esperar para ver amanhã. Quero guardar quem será titular para amanhã".
Ausência de claques devido a castigo: "É algo que não nos deixa triste, o resto do estádio vai estar cheio com o barulho habitual. As 45.000 pessoas terão de conseguir recriar esse barulho".
Uma melhor prestação na Taça da Liga esta época: "Numa competição a eliminar é sempre diferente, não temos segundas hipóteses para recuperar e foi isso que aconteceu na época passada (derrota com o Vitória SC por 1-3). Foi um jogo bem disputado na primeira parte e um momento importante virou o jogo, é isso que acontece em jogos a eliminar. Os adversários vêm cá fazer o jogo da vida deles".

Maior profundidade de plantel esta época: "Não é apenas sobre a profundidade do plantel, mas também em ter os jogadores numa certa condição física para jogar. Quem chegou no final do mercado não veio nas melhores condições, depois foram para as seleções e, ao jogar de 3 em 3 dias, nem sempre é possível conjugar as necessidades táticas com as condições físicas necessárias para jogar. Fizemos alguns jogos de preparação para colocar toda a gente no nível certo, o mais importante para mim agora é ter uma avaliação correta dos níveis físicos dos jogadores e escolher os que estão no pico de forma para contribuírem para a equipa".
