O Infantino voltou a ser alvo de críticas esta semana depois de as confederações europeia (UEFA), norte-americana (Concacaf) e asiática (AFC), determinadas em afastá-lo da liderança da FIFA antes de poder candidatar-se a um novo mandato em março de 2027, terem publicado uma carta aberta conjunta ao futebol mundial, denunciando a sua gestão da FIFA e uma "rutura de confiança".
"Após uma reflexão cuidada, a NZF considera que algumas decisões e ações dentro da FIFA contribuíram para uma rutura de confiança e para o agravamento das divisões no futebol internacional", declarou a associação, acrescentando ainda: "É necessária uma análise independente para restabelecer a confiança".
"Este momento representa uma oportunidade para todas as associações membros da FIFA defenderem uma governação reforçada, maior responsabilidade e mais transparência, aspetos fundamentais para manter a confiança na gestão do futebol mundial", acrescentou ainda a associação.
Esta sexta-feira, a Federação Neozelandesa de Futebol foi o mais recente membro da FIFA a retirar o seu apoio a Gianni Infantino.
O cidadão suíço, candidato à sua própria sucessão na liderança da FIFA, está envolvido numa crise desde a divulgação do seu projeto contestado e, no final, abandonado de abrir a FIFA a investidores privados.
