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“Queremos (…) fazer golos e esperamos ter um resultado, porque só pensamos em ganhar e subir para a Liga A”, afirmou aos meios oficiais da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), à chegada ao primeiro treino em Tampere, na Finlândia.
A atacante do Chicago Stars reconheceu a seleção finlandesa como “mais forte fisicamente” do que a Letónia, derrotada por Portugal na sexta‑feira por 5-0, no Estoril, triunfo que valeu às portuguesas o quinto triunfo em cinco jogos e o reforço da liderança do Grupo B3 de apuramento para o Mundial de 2027.
“Contra a Letónia, tivemos mais posse de bola, mas queremos manter a intensidade e a energia que tivemos dentro do campo, embora o adversário seja diferente e mais forte fisicamente”, salientou.
Nádia Gomes destacou ainda a emoção do regresso à equipa nacional e recordou a entrada em campo frente à Letónia, admitindo que os nervos só surgiram no instante final.
“Quando o mister me disse para fazer o aquecimento, eu até não tinha nervos nenhuns. (…) Depois, nessa hora de ir para a linha para entrar, tive um bocadinho de nervos. (…) Logo que toquei na bola fiquei bem. Estou muito contente”, observou.
A atacante garantiu também disponibilidade total para somar mais minutos.
“Estou bem preparada, tenho trabalhado muito mentalmente também para o que vier. Agora que estou aqui, é continuar este trabalho mental e preparar-me a cada dia nos treinos, dar o meu máximo. Toda a equipa está a dar o seu máximo nos treinos”, revelou.
A futebolista lembrou ainda um percurso marcado pela maternidade e pela pandemia, garantindo que o sonho da seleção nunca desapareceu, mesmo durante pausa competitiva que a afastou dos relvados.
“Esse sonho nunca parou. (…) Mesmo que tenha sido um bocado diminuído, esteve sempre lá”, frisou.
Com o play‑off de acesso ao Mundial já garantido, Portugal e Finlândia discutem agora o primeiro lugar do grupo — posição que assegura a promoção à Liga A e um enquadramento mais favorável na próxima fase de qualificação.
