Chelsea 0-1 Juventus
Primeiro amigável da Juventus na digressão de verão que vai levar os bianconeri pela Ásia e Oceânia.
Frente ao Chelsea em Hong Kong, Spalletti optou por não lançar os principais jogadores, decidindo confiar nas segundas linhas, tendo em conta as condições ainda longe do ideal de Yildiz e o pouco tempo de treino com a equipa dos recém-chegados Alabejgovic e Kolo Muani. No lugar do turco está Boga, com Cambiaso à direita e Celik à esquerda nas alas. Milik como único avançado.
No Chelsea, destaque para Geovany Quenda. Recuperado de lesão, o internacional sub-21 por Portugal fez os primeiros minutos pelos londrinos, ao ser lançaod no onze de Xabi Aloson. Deixou sinais positivos e acabou por ser substituído ao intervalo.

Após uma fase inicial confusa, com muita disputa a meio-campo, também devido ao mau estado do relvado, a primeira oportunidade pertenceu ao Chelsea, com um cabeceamento ao lado de Welbeck. Os ingleses, mesmo sem deslumbrar, controlam o jogo, mas a Juve, sempre que consegue recuperar a bola, cria perigo, e a ocasião mais flagrante é mesmo dos bianconeri, após uma jogada de Miretti com Cambiaso a desviar e a bola a sair ligeiramente ao lado.
Com o passar do tempo, apesar de a equipa de Xabi Alonso manter a posse de bola, a Juve mostrou-se mais atrevida. Já perto do intervalo, os homens de Spalletti conseguem finalmente rematar, com um excelente disparo de Boga que obrigou Robert Sánchez a esticar-se para defender, enquanto, poucos minutos depois, foi Milik a tentar o remate de fora da área, com a bola a passar muito perto do poste. O resultado, no entanto, não se altera e o primeiro tempo termina sem golos.
Entra Zhegrova e a Juve acelera
No reatamento, Spalletti fez cinco alterações: saem Di Gregorio, Cambiaso, Locatelli, Boga e Milik e entram Perin, Bremer, Zhegrova, David e Osuwu. Palestra destaca-se de imediato, arrancou e rematou após passe de Caicedo, mas Perin respondeu bem. Depois, num excelente cruzamento da direita de Zhegrova, Penders (que substituiu Sanchez) saiu bem e antecipou-se a Douglas Luiz. O brasileiro saiu pouco depois para dar lugar a Koopmeiners, enquanto Miretti foi rendido por Yildiz e Kalulu por Cabal.
A Juve ficou perto do golo graças, novamente, a uma parábola perfeita de Zhegrova, desta vez de livre, com Bremer a cabecear para fora. O kosovar voltou a ser protagonista pouco depois, aos 68 minutos, quando, após uma troca de passes com Yildiz à entrada da área, colocou a bola no ângulo direito de Penders com o pé esquerdo, colocando os bianconeri em vantagem.
Aplausos para Mudryk no regresso
Dez minutos depois, faíscas em campo após uma entrada dura de Bremer, que acabou por ser admoestado. Depois, todos os aplausos vão para o regresso de Mudryk, suspenso por doping em 2024. O Chelsea tentou reagir, mas não conseguiu encontrar soluções, enquanto a defesa bianconera controlou sem dificuldades. No tempo de compensação, registou-se ainda o primeiro canto para a Juventus, apenas relevante para a estatística, pois o que realmente contou foi o golo de Zhegrova, que permitiu aos bianconeri iniciarem a digressão da melhor forma.

