O extremo do Chelsea está de regresso à Canarinha de Carlo Ancelotti para os jogos de preparação que os pentacampeões mundiais vão disputar frente à Austrália, na próxima sexta-feira em Townsville e na terça-feira, 29 de setembro, em Brisbane, e à Índia, no sábado, 3 de outubro, em Calcutá.
"Cada minuto que eu tiver vai ser uma final, porque é muito importante para mim estar aqui", afirmou o avançado numa conferência de imprensa em Brisbane, local de concentração da Canarinha no arranque desta Data FIFA para jogos internacionais.
"Foram meses muito difíceis, mas graças a Deus consegui fazer uma excelente recuperação, voltar aos relvados e hoje estar na Seleção", expressou.

Ancelotti inicia um processo de reestruturação após a eliminação frente à Noruega nos oitavos de final do Mundial-2026.
Até à lesão muscular na parte posterior da coxa direita que o afastou do Mundial, Estêvão era o melhor marcador da seleção brasileira no ciclo do italiano, com cinco golos.
"Cada treinador tem a sua forma de jogar"
Seria ultrapassado durante o torneio por Vinícius Júnior, que chegou aos sete.
O jogador do Chelsea agradeceu a confiança de Carletto apesar de não ter tido um bom início de época em Inglaterra com o Chelsea sob o comando de Xabi Alonso.
"Ser escolhido por Ancelotti é um privilégio, que encaro como motivação para dar o meu melhor todos os dias", comentou.
Estêvão apenas jogou 23 minutos em quatro jogos disputados pelos Blues no início desta época na Premier League.
"Cada treinador tem a sua forma de jogar", declarou o avançado sobre a sua situação atual na equipa londrina.
"O que faço é focar-me naquilo que posso controlar: tento dar o meu melhor nos treinos e, quando recebo a oportunidade (de jogar), tento dar o meu melhor", afirmou. "Deixo o amanhã nas mãos de Deus", concluiu.
