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"Vai ser difícil não chorar nesse dia, é um privilégio poder estar presente", afirmou o selecionador dos finalistas do Mundial norte-americano deste verão. Lionel Messi anunciou no final de agosto a sua retirada da seleção aos 39 anos, mas foi convocado por Lionel Scaloni para disputar este jogo de despedida.
O técnico explicou que assim colocou a sua "pedra no edifício" para um último encontro da superestrela perante os adeptos argentinos.
"Dei o meu contributo porque quero estar presente na sua despedida e, como hoje não sei se mais tarde ainda estarei aqui, fizemos tudo para que ele pudesse participar neste jogo", garantiu.

Scaloni considerou ainda que o avançado do Inter Miami, que marcou no início de setembro o seu 100.º golo pelo clube da Florida, merece receber uma nova Bola de Ouro, a 26 de outubro. "Se é para premiar o melhor jogador...", comentou, quando questionado sobre o tema.
A Argentina prepara-se em Ezeiza, a sul de Buenos Aires, para três jogos particulares: frente à Bolívia na próxima quarta-feira em Córdova (centro), depois no estádio Monumental contra o Burquina Faso a 3 de outubro e o Benim três dias depois.
O selecionador não comentou o seu futuro à frente da Albiceleste, já que o seu contrato termina a 31 de dezembro. "Da minha parte, não há novidades", afirmou, esclarecendo que ainda não falou com o presidente da Federação Argentina, Claudio Tapia.
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