Kylian Mbappé e Lamine Yamal já afirmaram sentir-se favoritos a conquistar a Bola de Ouro este ano. Ambos optaram por deixar de lado a discrição e destacar as suas impressionantes épocas em termos de números individuais.
Juntamente com eles, em todas as previsões surge a figura de um Harry Kane que prefere adotar uma postura mais reservada e aguardar pelo veredicto final do prémio: "Nunca gostei muito de falar sobre mim próprio. O único que diria é que a época passada foi incrível, tanto a nível pessoal como coletivo. Foi, de longe, a melhor época da minha vida. É verdade que chegar aos 73 golos, o segundo número mais alto da história, fala por si só", afirmou.

"Estou extremamente orgulhoso disso. Só posso agradecer aos meus colegas de equipa e a todos os que me ajudaram a tornar isso possível. Mas a Bola de Ouro não está nas minhas mãos. Depende das pessoas que votam", acrescentou o avançado do Bayern.
Por outro lado, o internacional inglês revelou o que o motiva a continuar a marcar golos: "Marcar é a melhor sensação possível. É uma descarga de adrenalina incrível. Também há uma enorme sensação de alívio. Sei que é uma sensação que vou sentir falta quando deixar de jogar", referiu.
Por fim, valorizou o facto de defrontar Espanha, a campeã do mundo, em Wembley em breve: "Espanha é a atual campeã da Europa e campeã do mundo. Nós estivemos muito perto deles nestes últimos anos, mas Espanha foi a equipa que conseguiu chegar até ao fim, e nós, não. Respeitamo-los muito. Mas também é uma oportunidade para nós de começar bem esta Nations League", concluiu.
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