Na convocatória de Espanha há apenas um jogador nascido fora das fronteiras (Aymeric Laporte, natural de Agen, em França). Além disso, há dois futebolistas, Nico Williams e Lamine Yamal, nascidos e criados em território espanhol, que têm pais estrangeiros e poderiam ter escolhido outra seleção.
Os progenitores do jogador do Athletic Bilbao são do Gana, seleção pela qual joga o seu irmão, Iñaki. O extremo do Barcelona tem dupla origem, já que o seu pai é marroquino e a sua mãe da Guiné Equatorial.
Marrocos em destaque
Do outro lado da moeda, há um total de 11 futebolistas que, apesar de terem nascido em solo espanhol, disputam o Mundial-2026 por outros países.
A maioria deles, seis, joga por Marrocos. É o caso de Munir El Kajoui (nascido em Melilha, atualmente ao serviço do Renaissance Sportive Berkane), Achraf Hakimi (nascido em Madrid e criado em Getafe, bicampeão europeu pelo Paris Saint-Germain), Chadi Riad (nascido em Palma de Maiorca, jogador do Crystal Palace), Ismael Saibari (nascido em Terrassa, médio do PSV Eindhoven), Brahim Díaz (nascido em Málaga, jogador do Real Madrid) e Ayoube Amaimouni (de Vic e do Eintracht Frankfurt).
Noutras seleções temos Iñaki Williams no Gana (nascido em Bilbau, jogador do Athletic Bilbao), Álvaro Fidalgo no México (nascido em Hevia, Astúrias, e jogador do Betis), Jeremy Arévalo no Equador (nascido em Maliaño, Cantábria, e jogador do Estugarda), Nico Paz na Argentina (nascido em Santa Cruz de Tenerife, jogador do Como) e Rodrigo Zalazar no Uruguai (nascido em Albacete, agora reforço do Sporting).
