Trump e Infantino foram vaiados ao entrarem no relvado para a cerimónia de entrega de prémios na final do Mundial, com os adeptos a fazerem-se ouvir durante o fim de semana.
O Presidente dos EUA, que esteve no centro de inúmeras polémicas neste verão, classificou o Mundial como "o evento desportivo mais bem-sucedido talvez da história do mundo", enquanto ele e Infantino enfrentavam críticas constantes.
De acordo com o Telegraph e o The Sun, Trump acredita que Infantino “é respeitado por todos em todo o mundo e reconhece que tem uma capacidade especial para unir as pessoas”, defendendo que o dirigente suíço do futebol deveria tornar-se Secretário-Geral da ONU.
O atual Secretário-Geral, António Guterres, terminará o seu segundo mandato no final de 2026 e, segundo as notícias, entre os seus potenciais sucessores estão Michelle Jeria, antiga Presidente do Chile, Rafael Grossi, Diretor-Geral da AIEA, Rebeca Mayufis, Secretária-Geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, e Macky Sall, ex-Presidente do Senegal.
O The Sun refere que Infantino teria de aceitar uma redução salarial significativa caso assumisse o cargo, passando de um salário de 6 milhões de dólares (5,3 milhões de euros) para 418 mil dólares (366 mil euros), numa mudança que parece improvável.
Trump mantém uma relação próxima com Infantino e a sua maior polémica durante o torneio ocorreu quando telefonou ao Presidente da FIFA para rever a polémica suspensão por cartão vermelho da estrela dos EUA, Folarin Balogun, antes do jogo dos oitavos de final, decisão que acabou por ser revertida de forma controversa.
