Acompanhe o Brasil no Flashscore
Para o próximo jogo, o desafio contra o Haiti, em Filadélfia, Walter Casagrande pediu uma reformulação imediata na equipa e a aposta num ataque letal e cheio de fome de golos.
A fúria de Casagrande focou-se no banco de suplentes. Para o comentador, a decisão de Carlo Ancelotti de manter Endrick entre os suplentes durante todo o confronto contra os marroquinos, enquanto o ataque não respondia em campo, roçou o inacreditável. Na visão do ex-atleta, o treinador deve explicações reais para o país sobre a não entrada do jovem atacante.
"O que me incomodou foi a demora das alterações de Carlo Ancelotti e as alterações que ele fez. Uma coisa absurda o Endrick não ter entrado nesta partida. Um garoto que sempre desequilibra quando entra, faz golos decisivos, está com fome de jogar, tem garra, apetite. Isso, o Ancelotti tem que explicar na conferência, mas ele disse que não fala de jogadores individualmente, só que ele é treinador da seleção brasileira e tem que responder para o adepto brasileiro. A pergunta que todos deveriam fazer lá dentro (da sala de imprensa) era: 'Mister, por que você não colocou o Endrick?'", afirmou.

Recorde o Brasil 1 - 1 Marrocos
Massacre tático na primeira parte
Casagrande fez questão de deixar claro que o marcador final escondeu um verdadeiro massacre tático sofrido pelo Brasil nos primeiros 45 minutos.
Para o ex-jogador, Raphinha "errou tudo que poderia ter errado nesta partida, não jogou nada", e outros craques foram engolidos pelo volume de jogo do adversário.
"O empate não é um resultado absurdo contra a seleção atual de Marrocos. Absurdo foi o que a seleção brasileira não fez. Muito mal o primeiro tempo, sendo dominada. Marrocos tocou a bola, deixou a seleção brasileira na roda, fez um golo, poderia ter feito dois, três", criticou.

Ousadia e três avançados para sufocar o Haiti
Sem tempo para lamentações e de olho no duelo com o Haiti, Casagrande não quer saber de jogo burocrático ou meio-campo pesado. Ao Flashscore, o comentador montou a onze que quer ver em campo, exigindo a saída de Casemiro e a aposta num trio de ataque avassalador, misturando o protagonismo de Vinícius Júnior com a irreverência dos jovens talentos.
"Contra o Haiti, tem que jogar com três atacantes: Endrick, Vinícius Júnior e o Rayan, que é um garoto que também vai para cima. Fazer um meio-campo mais leve, sem o Casemiro. Bruno Guimarães, o Danilo e o Paquetá ou o Raphinha e os três na frente, ou o Luiz Henrique na direita, mas eu colocaria o Rayan, mais jovem, chegou por último, deve estar com um apetite incrível. O Brasil tem que ir para cima do Haiti, não pode ficar com um jogo enrolado", projetou.
Brasil e Haiti mdem forças no próxim sábado, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, às 01:30, na 2.ª jornada do Grupo C do Mundial-2026.

