Num máximo de 10, o médio-ofensivo sul-coreano somou um 9,1, a nota mais alta de todos os participantes nesse duelo entre a Coreia do Sul e os checos.
E tudo graças à sua capacidade de fazer a diferença como médio criativo e organizador. A partir dessa posição, fez três passes-chave que originaram três ocasiões de golo. Além disso, realizou cinco passes para dentro da área, um dos quais resultou numa assistência que foi convertida em golo por In-Beom Hwang.

Não é só isso que justifica a sua elevada classificação. É que foi espetacular na precisão dos passes totais, com 100 % de acerto (38/38). E atenção, quase metade, 18, foram no último terço do relvado, precisamente onde é mais fácil falhar.
Kang-in Lee esteve também notável nas ações individuais. Conseguiu cinco dribles bem-sucedidos em 11 tentativas. E sofreu quatro faltas, mais do que qualquer outro jogador durante o encontro.
Alvo do Atlético de Madrid
Este Mundial é a oportunidade perfeita para o médio-ofensivo mostrar-se ao mundo depois de uma época aquém das expectativas no PSG, onde continuou a ser suplente habitual.
Por isso, após vários anos a tentar ultrapassar essa barreira, Kang-in Lee decidiu que chegou o momento de deixar o bicampeão europeu e Luis Enrique. E o Atlético de Madrid já demonstrou grande interesse em recuperá-lo para a LaLiga, depois das passagens pelo Valência e pelo Maiorca.

Com números como os referidos, Kang-in Lee pode justificar ainda mais esse interesse... mas também valorizar-se muito mais e dificultar a transferência para o conjunto colchonero.
