Recorde as incidências da partida
Tony Popovic (selecionador da Austrália):
“Custa quando chegámos tão perto (do apuramento). Fomos afastados num desempate por grandes penalidades. É difícil de lidar.
Estamos desapontados. Fizemos a nossa parte. Os jogadores (que falharam as grandes penalidades) vão ficar bem. A decisão de colocar o Mathew Ryan (no lugar do guarda-redes titular, Patrick Beach) foi tomada durante o jogo. Era uma opção. Com dois minutos por jogar no prolongamento e sem lesões, tínhamos uma substituição e colocámos o Mathew.
Se tivesse marcado (o Lucas Herrington) estaríamos todos a falar o quão fantástico ele é por marcar num desempate por grandes penalidades aos 18 anos. Se confiei nele para jogar em partidas do Mundial-2026, porque não haveria de confiar para bater um penálti.
O Egito esteve forte nos últimos cinco minutos (do tempo regulamentar). No prolongamento, tivemos compostura. Se havia equipa que poderia ter marcado no prolongamento, éramos nós”.
Hossam Hassan (selecionador do Egito):
“Claro que rezei (durante o desempate por grandes penalidades). Estava a pensar nos adeptos. Parabéns às nações árabes e africanas, e aos nossos irmãos e irmãs palestinianos. Que Deus os proteja e tenha misericórdia deles. Esta vitória é para o povo egípcio. Foi muito difícil. Queríamos fazer o nosso povo feliz.
Era crucial manter em segredo sobre se (Mohamed Salah) estaria ou não na equipa titular. Não é preciso revelar tudo. Já sabíamos, entre nós, que jogaria, mas, às vezes, é preciso ser um pouco estratégico. Ele jogou a partida inteira e estou-lhe grato pelo que fez”.
