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Neste Mundial-2026 coorganizado pelos Estados Unidos, pelo México e pelo Canadá, a equipa tem de disputar os três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos, sendo o primeiro a 15 de junho em Los Angeles. Obtiveram vistos, mas segundo o embaixador iraniano no México, que falou no sábado numa conferência de imprensa em Tijuana, base da delegação iraniana, a seleção terá de entrar e sair dos Estados Unidos "no próprio dia" dos seus jogos.
O porta-voz da Federação iraniana tinha, no entanto, afirmado anteriormente que os jogadores chegariam ao solo norte-americano um dia antes do primeiro jogo, e dois dias antes para os encontros seguintes.
E no domingo, o presidente da Federação Mehdi Taj – que, segundo os meios de comunicação iranianos, faz parte de cerca de quinze membros da equipa técnica a quem foram recusados vistos americanos –, referiu na televisão iraniana um direito de entrada na véspera dos jogos.
"Em que parte do mundo é que uma seleção nacional só é autorizada pelo país anfitrião a entrar na véspera dos seus jogos", insurgiu-se numa vídeo divulgada pela agência noticiosa oficial Irna. Os Estados Unidos não se pronunciaram sobre o assunto, nem a FIFA.
Após uma incerteza quanto à sua participação devido ao contexto da guerra no Médio Oriente e numa altura em que os Estados Unidos e o Irão se confrontam esporadicamente no Golfo apesar do cessar-fogo, os jogadores acabaram por obter os seus vistos, ao contrário de parte da equipa técnica.
