Mundial-2026: Nova Zelândia respira de alívio com nomes importantes de regresso à competição

Ben Waine, da Nova Zelândia, celebra um golo apontado frente ao Chile na recente FIFA Series
Ben Waine, da Nova Zelândia, celebra um golo apontado frente ao Chile na recente FIFA SeriesPHIL WALTER / GETTY IMAGES VIA AFP

O selecionador da Nova Zelândia, Darren Bazeley, recebeu boas notícias no que diz respeito às lesões, numa altura em que a contagem decrescente para o Mundial continua, com os defesas-chave Liberato Cacace e Michael Boxall a serem esperados de regresso à competição nos próximos dias.

O lateral-esquerdo do Wrexham, Cacace, esteve afastado desde fevereiro devido a um problema muscular na coxa, mas já está a treinar sem limitações, revelou Bazeley ao site de notícias New Zealand Stuff, na sexta-feira.

"Esteve perto de ser opção frente ao Oxford United", disse Bazeley sobre o jogo a meio da semana: "Sente-se bem. Espera poder ser chamado já este fim de semana."

Boxall, que esteve mais de um mês fora devido a uma lesão no adutor, foi gerido com precaução pelo clube norte-americano Minnesota United, mas já está em condições de voltar a jogar. "Se o Mundial fosse agora, estaria disponível para ser convocado", acrescentou.

Bazeley mostrou-se igualmente satisfeito por ver o capitão Chris Wood, melhor marcador da história do país, de regresso à competição pelo Nottingham Forest após um susto físico, enquanto outros jogadores também estão perto de regressar.

O médio Sarpreet Singh está quase a recuperar de uma lesão no joelho para voltar a jogar pelo Wellington Phoenix, da A-League, enquanto os defesas Francis de Vries e Nando Pijnaker deverão integrar a campanha final do Auckland FC.

O experiente extremo Kosta Barbarouses falhou a derrota do Western Sydney Wanderers frente ao Wellington no último fim de semana devido a um problema na barriga da perna, mas deverá estar apto para o Mundial.

Os All Whites, que regressam ao Mundial pela primeira vez desde 2010, iniciam a sua campanha a 15 de junho frente ao Irão em Los Angeles, antes de defrontarem o Egipto e a Bélgica nos restantes jogos do Grupo G.

Bazeley admitiu estar em sobressalto ao acompanhar os seus jogadores nos jogos dos clubes, a sete semanas do início da fase final.

"É uma fase preocupante, sempre que os jogadores estão a jogar agora", afirmou: "Vamos ter de viver assim durante o próximo mês, até chegarmos ao Mundial."

Futebol