O Brasil conseguiu se aproximar da área adversária. Foram 242 passes completados no terço final do campo. O problema é que, principalmente no primeiro tempo, estava muito difícil entrar nela.
A equipe não teve chances claras, metade das oito finalizações foram de fora da área e apenas duas acertaram o alvo.

Como comparação, no segundo tempo, além de virar o jogo, o Brasil conseguiu levar muito mais perigo. Ancelotti aumentou a presença na área do Japão, e a equipe teve quatro chances claras e cinco finalizações no alvo, terminando a partida com sete no total.
O Japão teve apenas 31% de posse de bola, menos de um terço do volume brasileiro, e tentou 315 passes, menos da metade dos 682 do Brasil.
No fim das contas, apesar de a virada só ter acontecido nos instantes finais, o Brasil teve 14 finalizações a mais e cinco chutes a mais na direção do gol, números que mostram o tamanho do desafio encontrado pelo time de Ancelotti para furar a defesa adversária.
O Brasil volta a campo no domingo, em Nova Jersey, às 17h (horário de Brasília), contra o vencedor do duelo entre Costa do Marfim e Noruega, que se enfrentam nesta terça-feira, às 14h.

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