Infantino, que recentemente foi alvo de fortes críticas devido ao seu plano de investidores entretanto abandonado, conseguiu com o Mundial na América do Norte "organizar o maior evento desportivo global de sempre sem incidentes", explicou Giuliani. Para qualquer presidente de federação que esteja a ponderar retirar o apoio ao suíço nas eleições de março de 2027, "isso seria provavelmente uma das decisões mais insensatas da sua carreira profissional".
As confederações continentais da Europa, Ásia, bem como da América do Norte e Central, endureceram o tom em relação a Infantino, mas algumas federações nacionais destas confederações já garantiram o seu apoio ao chefe da FIFA. Até ao momento, nenhum possível adversário se apresentou.
Trump apoiou Infantino na semana passada e alertou para um "erro terrível". Giuliani sublinhou que, antes das notícias, não sabia nada sobre o plano de investidores do chefe da FIFA. Infantino tinha planeado vender participações em torneios da FIFA a investidores privados, incluindo ao irmão do genro de Trump.
"Algumas pessoas têm inveja quando alguém alcança muito", disse Giuliani. A federação mundial registou receitas recorde de cerca de 13 milhões de euros com o Mundial nos EUA, México e Canadá. O que Infantino fez pela FIFA "foi elevá-la a um patamar completamente novo, que provavelmente nem imaginavam ser possível".
