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O Submarino Amarelo entrou em campo ciente de que a vitória selaria o objetivo europeu e não tardou a ameaçar a baliza de Mathew Ryan. Gerard Moreno deu o primeiro aviso e Santi Comesaña fez estremecer o poste com um remate ao ângulo. O domínio era absoluto, mas a resistência da equipa de Luís Castro só foi quebrada perto do intervalo, após a lesão de Carlos Álvarez ter desorganizado o setor defensivo dos granotas.

Aos 38 minutos, um erro crasso de Matías Moreno, que tentou atrasar para o guarda-redes, deixou a bola nos pés de Georges Mikautadze. O georgiano não perdoou e inaugurou o marcador, lançando o Villarreal para uma exibição de gala.
No reatamento, Luís Castro tentou reagir e o Levante chegou mesmo ao empate por intermédio de um cabeceamento certeiro de Carlos Espí. Contudo, a esperança portuguesa durou pouco. Alberto Moleiro devolveu a vantagem ao Villarreal com um excelente lance individual e, a partir daí, a equipa da casa partiu para a goleada.
Nicolas Pépé serviu Mikautadze para o 3-1 e, já perto do fim, o recém-entrado Tajon Buchanan assinou um remate brutal para o quarto golo. Nicolas Pépé fechou a contagem com uma finalização de classe (5-1), confirmando o hino da Champions no Estádio de la Cerámica.
