O ex-jogador do Manchester City confirmou o desejo de sair do Atlético de Madrid durante o Mundial-2026 e depois de o clube ter rejeitado uma proposta de 150 milhões de euros do Real Madrid. Antes e depois dessa proposta, foi o Barcelona que surgiu com força como o seu destino preferido.
Essa notícia causou grande agitação no lado colchonero da capital, e o CEO colchonero, Miguel Ángel Gil Marín, deixou claro que não aceitará menos do que o valor total da cláusula de rescisão de Álvarez, fixada em 500 milhões de euros.
O Barcelona manifestou abertamente o seu interesse em contratá-lo, no mais recente braço de ferro de mercado entre ambos os clubes por uma estrela, mas nunca chegando a esse valor nem ao que foi oferecido pelo Real Madrid.

Com o avançado argentino contratado até 2030, o Atlético não tem qualquer pressão para vender, e deverá regressar aos treinos a 10 de agosto, após o seu período de descanso depois do Mundial-2026.
Após uma declaração tão pública sobre as suas intenções, Julián expôs-se a uma clara reação negativa dos adeptos colchoneros. Um caso como o de Courtois, cuja placa foi vandalizada repetidamente por ter ido para o eterno rival, é um exemplo claro do que pode acontecer com o avançado sul-americano. As redes sociais também se têm enchido de comentários negativos, muitos deles impróprios de reproduzir, sobre a sua figura.
