
Guarda-redes:
Ivan Mandic (Casa Pia) - 7.8
Depois de uma época sem qualquer minuto, o guarda-redes croata aproveitou uma lesão de André Gomes e assumiu as redes do Casa Pia, funcionando como uma espécie de talismã. Brilhou no empate com o Vitória SC (0-0), que deu o primeiro ponto à equipa, e também foi figura no primeiro triunfo, diante do Estoril (1-2) com seis defesas e praticamente um golo evitado (0,96).

Defesas:
Ricardo Esgaio (Gil Vicente) - 8.1
De regresso a Portugal, o lateral português tem sido uma das figuras do Gil Vicente de Luís Pinto. Diante do Marítimo (1-1) terminou com quatro desarmes e oito duelos conquistados, com seis recuperações de bola. Ajudou também no ataque, com nove corridas em progressão.

Maracás (Moreirense) - 8.8
O experiente central brasileiro continua a ser o líder da defesa do Moreirense. Diante do Vitória SC (1-1) não perdeu um único duelo (seis em seis) e recuperou a bola em quatro ocasiões, mas destacou-se num lance em que substituiu André Ferreira e evitou o remate de Samu já perto da linha de golo.
Gonçalo Inácio (Sporting) - 8.0
Seria o jogo de redenção do capitão do Sporting, não fosse o amargo empate com o Arouca (2-2). Os leões estiveram a vencer por 2-0, com o primeiro golo a ser marcado por Gonçalo Inácio, após um cruzamento de Maxi Araújo. A isso juntou ainda quatro alívios, duas interceções e três duelos superados.
Médios:
Chiquinho (Alverca) - 8.6
O extremo é um dos jogadores mais influentes do Alverca e voltou a provar esse estatuto, já que foi dele a assistência para o golo de Dawda Camara que valeu o triunfo ante o Rio Ave (1-0). De resto, o ex-Wolves foi sempre uma ameaça, sendo o jogador com mais toques na área adversária (9, dos quais 3 foram remates) e ainda fez 3 passes decisivos.
Cihan Kahraman (Académico Viseu) - 8.5
Figura na subida do Académico Viseu na temporada passada, o médio de 27 anos vai paulatinamente ganhando preponderância na equipa de Bruno Pinheiro, onde já leva quatro assistências. As duas mais recentes surgiram no triunfo ante o Estrela da Amadora (0-2), com especial destaque para a segunda e o belo passe que desmarcou André Clóvis.
Pablo Rosario (FC Porto) - 8.4
Se Froholdt é quem personaliza a ideia de Farioli em campo, Pablo Rosario é quem melhor entende o técnico do FC Porto. Polivalente, tem sido peça-chave no campeão nacional, quer seja a ajudar na defesa, na posição mais recuada do meio-campo ou como um dos interiores. No clássico com o Benfica (3-1) foi destaque, com quatro duelos e dois desarmes, mas nove passes certos para o último terço e um deles decisivo.

Cobiçado no mercado, esteve próximo da saída, mas ficou em Alverca e Sérgio Ferreira agradece. Davy Gui é um todo-o-terreno – 9 duelos ganhos, dois remates feitos, três corridas progressivas e três passes para o último terço – que ajuda ao emblema ribatejano a manter a rotatividade desejada no jogo. Com 20 anos ameaça fazer desta a época de afirmação na Liga Portugal.

Se o Famalicão conseguiu sorrir esta temporada, pode agradecer a… Sorriso. O extremo brasileiro de 25 anos foi a grande figura do triunfo ante o Nacional (0-4), com uma assistência e dois golos, numa época em que até então tinha estado a zeros. Espera Carlos Carvalhal que a garrafa de ketchup tenha sido aberta.
Avançados:
Georgios Koutsias (Famalicão) - 9.0
Sorriso não foi o único a bisar pelo Famalicão. Contratado esta temporada, para tentar replicar o sucesso de Zabiri, o grego de 22 anos já deu provas de ser um goleador. Com mais dois tentos diante do Nacional, aumentou o histórico para cinco e já só está a um de igualar o total na época passada no Lugano.
André Clóvis (Académico Viseu) - 8.5
Goleador na Liga 2, André Clóvis provou que também consegue traduzir as suas qualidades para o primeiro escalão. Foi a grande figura do triunfo do Académico Viseu ante o Estrela da Amadora (0-2) com um bis e chegou ao quarto golo na Liga Portugal esta temporada.
