Porque tudo indicava que o seu futuro imediato já não passava por um Barcelona que deixou passar os meses sem avançar para a renovação de um contrato que termina em junho de 2027 e que, durante esse tempo, andou a esforçar-se por encontrar no mercado um substituto para Lewandowski. E, entretanto, sem dar total confiança a Ferran, já tinha contratado Anthony Gordon.
Para agravar ainda mais a situação de Ferran, ao inglês juntou-se o alemão Adeyemi. E ainda falta aquele 9 que Deco e Flick querem que seja Julián Álvarez. Se não for o argentino, virá outro. Isso é certo. Assim, entre os indiscutíveis Lamine Yamal e Raphinha, mais o novo ponta de lança, Gordon e Adeyemi, o papel de Ferran fica muito limitado.

O PSG quer aproveitar-se desta situação e avançou bastante durante o Mundial para convencer Ferran a reencontrar-se com Luis Enrique. Mas, entretanto, marcou o golo que pode ter mudado tudo. O Barça, agora, ficou com a pressa de renovar com ele. E, caso não o faça, já não quer vendê-lo pelos 50 milhões de euros em que avaliava o valenciano. E ainda menos com o rumor de que o Real Madrid anda por aí à espreita, à espera que não renove...
Entretanto, Ferran Torres desfruta das suas férias antes de se juntar, caso nada mude, à pré-época do Barcelona.

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