Entre o facto de Florentino Pérez não achar muita piada à ideia de gastar mais de 50 milhões de euros por um futebolista de 30 anos, mesmo sendo ele o capitão da seleção espanhola e MVP do Mundial, e o facto de Rodri também não estar totalmente entusiasmado em assinar por um clube que lhe fez a desfeita ao não comparecer à Gala da Bola de Ouro quando souberam que ele seria o vencedor e não Vinícius, acabou por ser Mourinho a ficar sem ele.
No entanto, segundo fontes contactadas, via-se mais como uma oportunidade de mercado – termina contrato em 2027 – do que uma verdadeira crença no seu contributo para o jogo de uma equipa que promete ser mais vertical e menos de posse do que a do Barcelona. E isto sem desvalorizar a sua enorme e indiscutível qualidade, longe disso.
Tanto assim é que a prova disso mesmo é que se não for Rodri, o Real Madrid não vai avançar por outro médio. Ou seja, os responsáveis desportivos consideram que o meio-campo está mais do que assegurado com Tchouaméni e Camavinga como médios defensivos, juntamente com Valverde, Bernardo Silva, Güler ou Bellingham.
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Por isso, a menos que surja uma oportunidade de negócio ou alguma proposta como a de Enzo Fernández, o meio-campo vai manter-se como esteve nas duas últimas épocas. Confiam, mais uma vez, que a qualidade dos jogadores da frente seja o fator decisivo e consiga devolver a glória dos títulos ao Real Madrid.

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