Recorde as incidências do encontro
"Não fiquei surpreendido (com o onze), porque esperava poder jogar algum jogo pela seleção", brincou o defesa da Juventus. "Mas, ao ver as alterações, ele (Zidane) insistiu que conta com todos nós", indicou.
"Somos um grupo de 23 e, quando faz alterações, mantém uma linha de continuidade. Confia 100 % em nós, o que nos permite jogar em boas condições e com liberdade", explicou.
"Num jogo nunca se sabe como as coisas vão correr, mas confio muito nos meus colegas. Vejo-os jogar muitas vezes na televisão: tanto na defesa como no meio-campo e até no ataque, sei do que são capazes", disse Kalulu.

"Quando se tem jogadores com grande inteligência tática, que são bons tecnicamente e correm, torna-se mais fácil entender-se. Acho que, com mais automatismos, será ainda melhor", previu.
A boa exibição deste onze experimental foi coroada pelo golo de Michael Olise na fase final do encontro, que proporcionou uma vitória de prestígio a Zidane no seu segundo jogo à frente dos Bleus.
"Isso libertou-nos, porque, quando nos empenhamos em atacar, logicamente abrimos um pouco mais o jogo e, como defesa, não sofrer golos sabe muito, muito bem", avaliou o jogador. "Quando o Michael marcou, sinceramente, disse-lhe: 'Obrigado!'”, concluiu.
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