Recorde as incidências do encontro
Ninguém no clube cántabro quer falar nesta altura dos play-offs, pelo que aconteceu frente ao Mirandés em 2025 e por ocuparem o primeiro lugar da classificação. À espera do que façam os seus principais rivais ao longo do fim de semana, contam com sete pontos de vantagem sobre o Deportivo da Corunha e o Almería, enquanto a diferença aumenta para oito pontos em relação aos que estão um degrau abaixo.
Os adeptos do Racing passaram por muitas dificuldades desde essa temporada em que deixaram a elite, já que rapidamente desceram à Segunda B – felizmente, subiram de imediato à LaLiga 2. Anos depois, a equipa do El Sardinero voltou a competir na divisão de bronze, longe dos privilégios e do conforto do futebol profissional; um longo período que se prolongou de 2015 até 2019, além de mais duas épocas em tempos de pandemia.
Mas esse passado de má memória ficou para trás e agora o horizonte é muito mais animador. A derrota frente a uma equipa da parte inferior da tabela como o Real Saragoça (2-0), assim como as goleadas sofridas diante do Albacete (0-4) e do Andorra (6-2), levantaram algumas dúvidas num plantel que deu a resposta frente a um adversário direto como o Almería, a quem aplicou uma mão cheia (5-1). E o triunfo em solo donostiarra, sem dúvida, confirma a recuperação do conjunto orientado por José Alberto López.

Cinco vitórias, ou talvez menos, deverão ser suficientes para o líder garantir o objetivo sem ter de disputar qualquer eliminatória – ao contrário do ano passado, em que caíram frente ao Mirandés. O calendário que se segue nas próximas semanas é relativamente acessível, pelo que tudo aponta para o regresso à divisão principal. Ceuta, Huesca, Leganés, Real Valladolid, Málaga e Cádiz serão os seus últimos obstáculos da época.
