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Após a pesada derrota no terreno do Paris FC, a equipa de Sébastien Pocognoli entrou em campo com a obrigação de vencer para não perder o comboio de Marselha e Lille. Contudo, o Auxerre, a lutar pela sobrevivência, revelou-se um adversário cínico e extremamente eficaz.

O Mónaco assumiu o controlo territorial desde o apito inicial, mas foi surpreendido logo aos 11 minutos por um remate certeiro de Kévin Danois. A intranquilidade instalou-se na equipa da casa e agravou-se pouco depois da meia hora: Lukas Hradecky cometeu um erro invulgar e Lassine Sinayoko não desperdiçou a oferta, fixando o 0-2 com que se chegou ao descanso.
Apesar das tentativas de Akliouche e Balogun, a falta de pontaria parecia condenar o Mónaco a um domingo de frustração perante os seus adeptos. O descanso serviu para reorganizar as ideias e a resposta surgiu em modo relâmpago. Em apenas três minutos, o Mónaco anulou a desvantagem. Aos 56 minutos, Ansu Fati mostrou por que é um dos jogadores mais talentosos do plantel: após uma recuperação alta, o avançado emprestado pelo Barcelona recebeu de Akliouche e finalizou com classe para reduzir a diferença.
O golo do internacional espanhol galvanizou o Louis-II e, logo no lance seguinte, Folarin Balogun sofreu uma falta do guarda-redes Donovan Léon dentro da área. Chamado a converter o penálti, o norte-americano não vacilou e restabeleceu a igualdade.
Na última meia hora, o domínio monegasco foi absoluto, mas o Auxerre fechou as fileiras e resistiu ao cerco final. Com este resultado (2-2), o Mónaco desperdiça a oportunidade de subir na tabela, enquanto o Auxerre soma um ponto precioso na luta pela manutenção.
