Zahovic a torcer pelo V. Guimarães na Europa: “Celje vai passar um mau bocado”

Vitória de Guimarães celebrou triunfo na Eslovénia
Vitória de Guimarães celebrou triunfo na EslovéniaVitória SC

A dias da segunda mão da segunda pré-eliminatória da Liga Conferência, Zlatko Zahovic deixou uma mensagem de apoio aos vitorianos. Esloveno, o antigo internacional assumiu o favoritismo da equipa lusa em conversa com o site oficial do clube português.

Tenho a certeza de que o Vitória de Guimarães voltará a ganhar. Tem muito mais qualidade e teve tempo suficiente para melhorar e corrigir os erros que cometeu na primeira mão. Não tenho dúvidas de que o Celje vai passar por um mau bocado. É um jogo europeu especial, dá prestígio e o Celje vai jogar num ambiente infernal. Isso dá muita energia aos jogadores da casa. Vão sentir-se muito importantes e fortes, rumo ao caminho certo: isso dá muita confiança e vontade de satisfazer os adeptos”, atirou, confessando que não assistiu ao jogo da primeira mão no estádio devido a um problema de saúde: “Fiquei muito triste Só em sonhos imaginava ter o meu clube do coração tão próximo de mim… e depois não pude lá aparecer. Espero recuperar bem e, à primeira oportunidade, vou a Guimarães para assistir a um jogo naquele belo Estádio do D. Afonso Henriques. Tenho muitas saudades do clube e de Guimarães. É incrível por causa dos seus adeptos. Fazem ambientes incríveis naquele estádio”.

Colega de equipa de Moreno, Zahovic falou do agora treinador do Vitória de Guimarães.

“Lembro-me bem de ver jogar o Moreno, como central e médio-defensivo. É muito importante que a equipa tenha um treinador que conheça bem a mística do Vitória de Guimarães. Trata-se de um clube especial. Quem não conhecer bem o pensamento daquelas pessoas, não tem tarefa fácil. Há sempre dias difíceis e o conhecimento que o Moreno tem sobre o clube ajuda-o a tomar as decisões mais adequadas”, disse.

Por último, a melhor recordação que leva dos três anos que passou em Guimarães (1993 a 1996).

Aconteceu nas Antas (1995/96). Estragámos a festa ao FC Porto, com um golo meu no último minuto (3-2). O FC Porto já tinha o título de campeão nacional na mão e, naturalmente, queria celebrar isso com uma vitória nesse jogo em casa, mas não lhes demos essa possibilidade. Era o FC Porto de Bobby Robson e José Mourinho. Num estádio cheio, tivemos muita personalidade. O nosso treinador era o Jaime Pacheco, o grande Pacheco. Era ainda um jovem e transmitia-nos muita energia”, concluiu.

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