Reveja aqui as principais incidências da partida

Depois de eliminar os sérvios do Zeleznicar Pancevo, o sorteio da terceira pré-eliminatória da Liga Conferência reservou ao SC Braga outro adversário do leste da Europa. Longe do fulgor de outras eras (e já sem o falecido Maxim Tsigalko para assustar os adversários), o Dínamo Minsk chegava como vice-campeão da Bielorrússia, um país marcado pelas sanções de que foi alvo pelo apoio à Rússia na invasão da Ucrânia.
Líder da prova doméstica, os bielorrussos apresentavam um padrão claro na Europa, em que venceram fora de casa nas duas eliminatórias anteriores e perderam quando fizeram de anfitriões na Bulgária. Um aviso para o SC Braga, que não quis dar azos a surpresas, com uma entrada forte.
Com bom toque de bola e combinações enleantes, os arsenalistas conseguiam furar linhas, mas na hora de rematar à baliza, a mira estava desafinada. De resto, foi do Dínamo Minsk o primeiro remate enquadrado do jogo, quando Malashevich disparou um livre de muito longe para as mãos de Bernardo Fontes, pouco passava da meia hora de jogo.
E quando acertou na baliza, o SC Braga… marcou. Numa bela jogada de Gabriel Silva pela esquerda, o disparo do brasileiro bateu no braço de Ivanov e foi assinalado penálti. Chamado a converter, o capitão Ricardo Horta a colocar a bola no meio da baliza de Shimakovich à beira do intervalo.
O golo podia ser aquilo que o SC Braga precisava para desbloquear, mas o regresso do intervalo trouxe um enredo semelhante, com resultados semelhantes. O SC Braga dominou, mas na hora de rematar à baliza faltou sempre alguma coisa. Dos 6 disparos que fez, Shimakovich só teve trabalho no fraco remate de Pau Víctor.
Faltou ao SC Braga alguma pólvora para dinamitar uma eliminatória que parece estar mais do que ao alcance. O 1-0 não deixa ninguém descansado na hora de viajar para a Bulgária e com o campeonato a começar, o equilíbrio vai ter de ser outro.
Homem do jogo Flashscore: Ricardo Horta (SC Braga)

