Espanha estreia a segunda estrela no sábado, 26 de setembro, em Wembley frente à Inglaterra. Depois, disputa dois jogos em território nacional. Na terça-feira, dia 29, os comandados de Luis de la Fuente recebem a Croácia no Ramón Sánchez Pizjuán, e no sábado, 3 de outubro, a República Checa no Carlos Tartiere. A janela encerra-se em Split, na terça-feira, 6 de outubro, diante da seleção balcânica.
A base da seleção será a equipa que conquistou o Mundial. Há uma ausência certa, a de Marcos Llorente, que anunciou no passado dia 3 de setembro que deixava a seleção nacional.
Por outro lado, Joan García está em dúvida, pois foi substituído ao intervalo do Barcelona-Racing devido a queixas no joelho e aguarda o resultado dos exames físicos. As alternativas, caso não recupere a tempo, passam por Álex Remiro e Leo Román como principais favoritos.
Além disso, Pedro Porro falhou os dois últimos jogos pelo Tottenham devido a problemas musculares. Assim, abre-se um leque de opções para o lado direito da defesa, onde surgem como candidatos à estreia Álex Jiménez (Fiorentina) ou Iván Fresneda (Sporting).

É no ataque que surgem mais candidatos. Borja Iglesias está a recuperar de uma lesão e teve poucos minutos no Celta, pelo que a sua presença entre os convocados está em dúvida. Para o seu lugar surgem Carlos Espí (Real Madrid) e Gonzalo García (Fulham), que já marcaram dois golos neste início de época. O caso do valenciano é especialmente relevante, tendo em conta os poucos minutos de utilização.
Além disso, espera-se o regresso de Fermín, depois de uma lesão inoportuna o ter afastado do Mundial. De resto, poderá sempre haver alguma surpresa inesperada, embora a lógica aponte para uma lista de continuidade com a maioria dos 26 que ergueram o segundo Campeonato do Mundo de Espanha em Nova Iorque há apenas dois meses.
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