Recorde as incidências do encontro
João Félix (jogador de Portugal):
Jogo difícil e início de um novo ciclo: "Sabíamos que não ia ser um jogo fácil. País de Gales é uma boa seleção e o primeiro jogo com um novo treinador é sempre difícil. Tivemos pouco treino para trabalhar, mas acho que fizemos um grande jogo e estamos todos de parabéns".
Matriz da seleção: "Deu para ver a nossa dinâmica, um futebol muito ofensivo, de pressão, não deixámos o adversário respirar. Fizemos 13 remates na primeira parte, não me lembro de ocasiões deles e nós tivemos várias. Podem esperar futebol ofensivo, pressão e a criar oportunidades. Hoje só fizemos um golo, mas se continuarmos assim faremos mais".
Afirmação na seleção: "Sempre fui eu mesmo, tentei fazer o melhor que pude pela equipa, independentemente de onde jogava, mas sempre disse que a minha posição é esta, a de 2.º avançado. Foi o que aconteceu no ano passado, foi um bom jogo de toda a equipa e é onde eu posso ajudar mais, sem dúvida".
Bruno Fernandes (jogador de Portugal):
Papel diferente no onze: "Raramente estive no corredor. A defender sim, a acompanhar e a pressionar o lateral, mas trata-se muito da ideia do mister, ter um jogador por dentro para ligar o jogo, servir de apoio aos avançados, criar um triângulo pelas alas. Foi isso que eu fiz. O mister pediu-me este papel, já me disse que posso jogar em diferentes posições. O importante é ajudar a equipa em qualquer posição que o mister me coloque".
Dificuldades de Portugal: "Sabíamos que iam pressionar, estivemos muito bem com bola, criámos muitas ocasiões de golo, tivemos um jogo anulado. Se formos a olhar para o jogo, fomos superiores. As pessoas vão olhar para o resultado é apenas 1-0, mas as oportunidades estiveram lá. Se continuarmos a criar, vamos marcar mais golos e ganhar por números maiores. Foi uma exibição muito positiva da equipa".

João Cancelo (jogador de Portugal):
Análise ao jogo: "A pressão alta é uma coisa que o mister gosta muito, principalmente nos pontapés de baliza. Com poucos treinos não está a 100 por cento, mas isso mudou muito em relação ao mister Roberto. O mister Jorge Jesus não teve muito tempo, foi um bocado ideias dele e o que nós tínhamos na cabeça, mas o importante foi a vitória, ainda que tenhamos tido alguns erros, mas vamos deixar para o mister corrigir nos próximos dias".
Função na seleção: "Já joguei por fora, por dentro, jogo à esquerda. A polivalência é importante para qualquer treinador e estou disponível para jogar onde o mister quiser. Vou jogar muitas vezes bem, outras não tão bem, mas o orgulho e honra que tenho em jogar pela seleção é sempre a mesma".
Seleção de Jorge Jesus: "Se as coisas correrem bem daqui para a frente, o mister tem muitas ideias boas. É um futebol de ataque, com o qual me identifico. Queremos dar alegrias aos portugueses no futuro. Sentimos que fomos uma desilusão no Mundial, mas o futebol dá uma oportunidade de dar uma resposta e é isso que vamos fazer".

