Hugo Ekitiké, avançado de 23 anos, saiu de maca e a natureza da lesão ainda não é conhecida.
"Vai recuperar o seu melhor nível, disso estou convencido. Mas queria manifestar-lhe todo o meu apoio, assim como o de toda a equipa técnica", acrescentou Didier Deschamps, selecionador de França num comunicado enviado aos meios de comunicação.
No jogo da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, perdido por 0-2 frente ao Paris Saint-Germain, Hugo Ekitiké caiu no relvado na terça-feira à noite, ao minuto 28, agarrando imediatamente a parte de trás do tornozelo direito. Saiu do campo de maca, em lágrimas, depois de não conseguir levantar-se apesar de várias tentativas.
Enquanto a equipa técnica da seleção francesa deixa o jogador e o clube comunicarem sobre a natureza exata da lesão, as imagens sugerem uma rotura total ou parcial do tendão de Aquiles, que ainda terá de ser confirmada por exames realizados ao final da tarde, precisou à AFP uma fonte próxima do jogador.
"O Hugo magoou-se com gravidade, é uma lesão bastante séria", afirmou logo na terça-feira à noite o seu treinador Arne Slot em conferência de imprensa após a eliminação do Liverpool.
"Não sei se ele vai voltar a jogar esta época", acrescentou o técnico neerlandês dos Reds.
"Estou mesmo triste por ele", disse Ibrahima Konaté, seu colega de equipa no clube e na seleção francesa.
"Ouvi muitas coisas, mas prefiro não comentar porque, com o Mundial e tudo o que está a ser preparado para este verão, é um momento muito difícil para ele", acrescentou.
Muitos colegas de Ekitiké nos Bleus, a começar pelo capitão Kylian Mbappé, com quem poderia ter formado dupla no ataque, deixaram mensagens de apoio ao avançado nas redes sociais.
O antigo jogador do Reims, que passou pelo PSG e depois por Frankfurt, ganhou outra dimensão em Liverpool, onde tem brilhado desde que chegou no verão passado (17 golos e 6 assistências em 45 jogos).
Pela seleção francesa, soma 8 internacionalizações, a última a 29 de março, na vitória frente à Colômbia (3-1), durante a mini-digressão dos Bleus pelos Estados Unidos. Três dias antes, tinha marcado o seu segundo golo pelos Bleus frente ao Brasil (vitória por 2-1).
