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Kerolin: "Pensei no Raphinha ao marcar o meu primeiro golo pelo Barcelona"

Kerolin celebra golo
Kerolin celebra goloJUDIT CARTIEL / GETTY IMAGES EUROPE / GETTY IMAGES VIA AFP

Depois de se estrear a marcar pelo Barcelona na Liga dos Campeões, diante do Paris FC (5-2), Kerolin recorda um momento especial da carreira e aborda a adaptação à Catalunha, sem esquecer a relação próxima que mantém com o compatriota Raphinha.

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- Parabéns Kerolin pelo seu primeiro golo. Queria perguntar-lhe o que sentiu quando o Barcelona a contactou.

Muito obrigada. Fiquei muito feliz quando soube que o Barcelona estava interessado em mim. Era uma oportunidade para jogar um futebol diferente, estar num sítio onde há muita qualidade, onde estão, na maioria das vezes, as melhores jogadoras do mundo. Também queria desafiar-me com novos objetivos. Por isso, fiquei muito feliz, muito contente.

- Como se sente por disputar o seu primeiro jogo da Liga dos Campeões aqui, com o público e no estádio Johan Cruyff?

Penso que estou muito feliz, muito contente, orgulhosa. O Barcelona venceu a última Liga dos Campeões, por isso também me dá muita vontade de continuar a escrever a história que o clube tem construído, como sempre, sabes. Portanto, muito feliz e muito contente.

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- No momento em que viu a bola entrar, em quem pensou e como viveu esse instante?

Ora bem. Acho que estava feliz, e também pensei um pouco no Raphinha, porque ele tem marcado golos neste momento, e antes do jogo tínhamos falado os dois — ele transmite-me muita confiança. Fala sempre comigo, é alguém de quem só posso dizer coisas boas. Estava muito feliz, muito contente. Só queria manter-me mais calma, porque sabia que as coisas iam correr bem. Ajudá-lo, e ajudar como posso.

- Kerolin, depois de uma vitória tão convincente, sente que a equipa enviou uma mensagem ao resto da Europa com este jogo?

Penso que é preciso avançar jogo a jogo. A mentalidade aqui é sempre querer ganhar tudo. Não queríamos ainda sofrer golos, mas isso acontece ao longo dos jogos. Acho que é preciso continuar a trabalhar, com muita humildade. Quando as coisas têm de correr bem, correm bem — e é preciso continuar assim.

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