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Ararat-Armenia e Universitatea Craiova defrontam-se na quinta-feira, depois do empate 1-1 na primeira mão disputada em Banie. A vencedora da eliminatória segue para a Liga Europa, enquanto a equipa eliminada irá disputar a Liga Conferência.
O desafio de Tulipa surgiu depois de o português de 53 anos ter sido questionado sobre as superstições e rituais que tem antes dos jogos importantes.
“O principal talismã, se assim lhe podemos chamar para o jogo de amanhã, é a energia positiva que a equipa leva para o balneário. Todos temos uma relação muito boa uns com os outros e queremos transmitir esse estado, essa energia para o nosso jogo”, explicou o técnico.
Tulipa recordou ainda uma camisola que usou durante uma série de 29 jogos sem perder e lançou um desafio: em caso de vitória, o treinador e o jornalista que lhe colocou a questão vão barbear-se.
Tulipa identificou os pontos fortes do Craiova
Para além do momento descontraído da conferência, o treinador do Ararat analisou em detalhe o adversário. Tulipa considera que a pressão alta dos oltenos foi uma das principais dificuldades sentidas pela sua equipa na primeira mão.
Para a segunda mão, os arménios querem encontrar mais espaços nas alas quando o Craiova fecha a zona central. O português destacou também as qualidades físicas dos médios e avançados, bem como a disponibilidade destes para os duelos.
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“Acredito que uma das maiores vantagens do Craiova é precisamente essa, assim como as qualidades físicas dos seus jogadores, dos médios e avançados, porque não são apenas rápidos, mas também entram ativamente nos duelos e nas disputas físicas com os nossos futebolistas”, afirmou Tulipa.
O técnico destacou ainda o jogo ofensivo do Craiova nas alas, mas considera que o Ararat conseguiu limitar essa arma no jogo da primeira mão.
Tulipa vai orientar o jogo a partir da bancada
O treinador do Ararat falou também sobre o facto de não estar no banco na segunda mão. Tulipa admite que a bancada não é “a sua zona de conforto”, mas considera que a preparação feita antes do jogo deve permitir aos jogadores saberem exatamente o que têm de fazer em campo.
O português identificou o intervalo e as substituições como outros momentos importantes em que um treinador pode influenciar o jogo. Estando na bancada, a comunicação com a equipa técnica será feita por telefone.
“É preciso um pouco mais de tempo para colocar tudo isto em prática, mas a nossa equipa técnica trabalha de forma organizada e tem toda a informação necessária para intervir corretamente durante o jogo”, explicou Tulipa.
