Recorde as incidências da partida
A exposição dos encarnados incide sobre quatro situações distintas e pede a abertura de processos disciplinares, bem como a aplicação de sanções aos intervenientes que o clube considera responsáveis por comportamentos ocorridos durante e após o encontro.
Um dos pontos está relacionado com elementos do banco do FC Porto. O Benfica queixa-se, em particular, da atuação de um roupeiro dos dragões, a quem atribui gestos ofensivos dirigidos à zona técnica encarnada depois do segundo golo da equipa da casa.
Gabri Veiga também surge visado na participação. A SAD benfiquista pretende que o médio espanhol seja alvo de procedimento disciplinar por alegadamente ter atirado uma garrafa na direção do banco do Benfica no decorrer da partida.
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Outro dos temas levantados pelo clube da Luz prende-se com a animação no Estádio do Dragão. Os responsáveis encarnados consideram que algumas das músicas e iniciativas promovidas no recinto tiveram um caráter provocatório e desrespeitoso para com os adeptos visitantes, defendendo que os factos sejam analisados disciplinarmente.
A participação inclui ainda dúvidas em torno de imagens captadas junto ao banco do Benfica e posteriormente divulgadas pelo Porto Canal. As águias querem ver esclarecidas as condições em que essas imagens foram obtidas, assim como o respetivo enquadramento legal e a possibilidade de terem sido usadas indevidamente.
A iniciativa surge depois de vários sinais públicos de desagrado da estrutura benfiquista em relação ao clássico. Rui Costa já tinha criticado a arbitragem de Miguel Nogueira no final do encontro, enquanto Marco Silva também apontou para aquilo que considerou uma diferença de critérios disciplinares.
