Recorde as incidências do encontro
Do lado nacionalista, Tiago Margarido apostou nas titularidades de Alan Nuñez, Zé Vítor, Labidi e Marcos André, respetivamente, ao passo que Gil Lameiras chamou para o onze dos minhotos Miguel Maga, Thiago Balieiro, Ricardo Rocha e Oumar Camara.
A equipa visitante entrou melhor em campo e esteve perto de marcar antes do primeiro quarto de hora quando Gustava Silva cabeceou e Kaique encheu a baliza com uma intervenção decisiva. Volvidos seis minutos, Telmo Arcanjo cobrou um livre e o muro insultar cortou o perigo.

Na sequência, os nacionalistas sacudiram as dificuldades iniciais e começaram a equilibrar a contenda, mas denotou imensas dificuldades em chegar à área do opositor, tendo terminado os primeiros 48 minutos de jogo sem qualquer remate efetuado.

Ao contrário do período inicial, os insulares foram mais afoitos na etapa final, subiram as linhas e começaram a ter mais unidades nas zonas de finalização, porém, as ocasiões de perigo escasseavam.
O duelo só aqueceu nos derradeiros 25 minutos. Os vimaranenses deram o primeiro sinal, Gustavo Silva cabeceou, mas Kaique voltou a vestir a capa de herói e defendeu uma bola que levava selo de golo.
Na resposta, decorria o minuto 69, Witi centrou com precisão e Chuchu Ramírez desfez o nulo com um remate acrobático e que deixou os quase três mil espetadores que estiveram na Choupana em delírio.
O duelo ganhou outra emoção e passados sete minutos Zé Vítor derrubou Ricardo Rocha, grande penalidade assinalada pela equipa de arbitragem. Porém, na conversão do lance, Samu não conseguiu enganar o guardião do Nacional com um remate denunciado.
Na reta final, os conquistadores correram em busca do empate e deixaram a defesa desprotegida e foi assim que num contragolpe, aos 85’, Pablo Ruan disparou, foi derrubado por Miguel Maga. Foi assinalado penálti que Chuchu Ramírez não desperdiçou e garantiu a permanência dos alvinegros na elite do futebol nacional.
Homem do jogo Flashscore: Kaique Pereira (Nacional)

