Acompanhe as incidências e relato do encontro
Antevisão ao Clássico: "É um jogo importante, claro. Falar de um jogo decisivo tão cedo não faz sentido, mas é um jogo muito importante para a cidade, para os adeptos e para toda a gente".
Ausências: "Não vamos ter o Nehuén Pérez e o Seko Fofana, ambos têm problemas musculares. Os restantes estão aptos para participar neste jogo".
Novo Benfica: "Há algumas parecenças, muitos jogadores são os mesmos. Têm mais um ano de experiência, alguns a um nível muito alto. Depois de um mercado importante como eles fizeram, com uma mudança de treinador, penso que trouxeram jogadores importantes para o seu conceito e forma de jogar. É um jogo que vai exigir o melhor de nós, perante os nossos adeptos, por isso vamos enfrentar este jogo com o espírito certo".

Possível vantagem para o Benfica: "Acho que a identidade dos dois clubes é muito clara, sabemos ambos o que queremos e como queremos. Ambos sabemos a forma de abordar os jogos. A análise não é só sobre os jogos recentes, mas também sobre o passado dos treinadores que vamos defrontar. Penso que o que o Marco Silva fez no Fulham é muito claro e podemos ver alguns padrões repetidos, outros diferentes. É mais agressivo sem bola e penso que esta é a principal diferença em relação ao Fulham que era treinado por ele".
Importância do Clássico: "É matemática, nada mais do que isso. É um jogo importante, claro, os jogos diretos são uma oportunidade para travar o rival e ganhar pontos, mas não é algo a que devemos prestar muita atenção. Olhamos para os jogos da mesma forma. Claro que um Clássico, no Dragão, é algo especial, exige o melhor de nós, os adeptos vão dar-nos combustível extra para darmos ainda mais amanhã (domingo)".
Chamada de Santiago Giménez ao México: "Temos de respeitar as chamadas das seleções nacionais. Não é algo em que podemos interferir. Não é momento de barulho extra. O verão do Santi já teve muito barulho, títulos, notícias e canais de televisão. Não queremos títulos para este tipo de coisas, mas títulos para as exibições dos nossos jogadores. Gostaríamos de o ter aqui para trabalhar nas próximas semanas, mas vamos estar em contacto direto com ele para o ter de volta, em três semanas, numa condição melhor".

Arbitragem e declarações frente ao Casa Pia: "Na semana passada disse algo muito claro. Eu senti que era uma série da Netflix que às vezes dá na Sport TV. Não somos os únicos a sentir isto. Foi um comentário que eu fiz naquele dia. Em relação ao jogo de amanhã, o passado é passado. Estamos focados no jogo e desejamos, como sempre, uma gestão justa de todas as situações de jogo".
Alberto Costa e André Silva fora da seleção: "Se merecem ou não? Só posso falar das exibições deles, eu penso que estão a jogar a alto nível, mas não estou a par de todos os outros jogadores e não é o meu trabalho fazer convocatórias para a seleção. Ficaríamos felizes se fossem chamados, mas ficamos felizes por estarem connosco a treinar. Estão relaxados. Ficaram felizes por estar na lista de pré-convocados e estão felizes por ficarem connosco e continuarem a trabalhar como têm feito desde que chegaram ao clube".

Mexidas de Marco Silva em Milão: "As características de certos jogadores vão definir a forma de jogar. É natural colocar os jogadores nos cenários em que se sentem mais confortáveis. Talvez haja alguma adaptação do lado deles e também seja necessária alguma adaptação da nossa parte".
FC Porto confortável sem bola: "Já estou aqui há um ano e meio e, até agora, lembro-me apenas de ver o Manchester City a fazer o jogo deles aqui. Há um erro na forma de ver como é ser bom e sólido sem bola. Esta equipa é uma equipa que tenta fazer o seu jogo, com e sem bola, da forma mais correta. Não é a posse de bola que ganha jogos. Esta equipa já deu provas disso a vários níveis. É uma equipa que sabe claramente o que precisa de fazer quando tem bola e também sabe ser proativa nos momentos em que não temos a bola. Temos de ser organizados, especialmente amanhã".

