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SC Braga: “Acho que estamos com a mentalidade certa, de quem joga duas finais. Último jogo em casa que também tem algum significado extra. O facto de o adversário ter jogado a meio da semana, acho que tiveram por regulamento e justiça, o jogo adiado para segunda-feira que dá o quarto dia após o encontro na Liga Europa e todos sabemos que a grande dificuldade é jogar ao terceiro dia. Até pelo estilo de jogo que eles têm são os adversários que têm de correr mais. Sem prestar grande atenção, penso que precisam de qualquer coisa para confirmar o quarto lugar, por isso motivação não faltará”.
Verdade desportiva: “Remeto para o jogo de ontem, da equipa B do Benfica contra o Académico. Basta analisar esse jogo para perceber muita coisa”

Real Madrid: “Não sei do que se fala, relativamente às minhas exigências, por isso não posso responder à minha pergunta. Há uma coisa que gostaria de frisar: no mundo do futebol não são os profissionais que têm interesse em ir ou não ir. As coisas quando começam, estou a falar no geral, são os clubes que têm interesse e que iniciam ou não procedimentos para tentar ter as pessoas que querem. Continuam a falar do Real Madrid, eu continuo a fugir com toda a honestidade. Não tive nenhum contacto com o presidente ou pessoas importantes da estrutura. E por decisão minha, igual a outras que tive ao longo da minha carreira, principalmente agora numa fase final, não falo com ninguém. Não tive nenhum contacto com o Real Madrid e até ao último jogo do campeonato não vou ter. Depois há uma janela de uma semana onde terei a liberdade de falar com quem achar que devo falar, mas todas as histórias que tem saído, exigências, reuniões é tudo especulação”.
Tomás Araújo no lugar de Otamendi: “Ausência do capitão é sempre importante, sempre que esteve disponível – e esteve quase sempre – jogou. É uma perda numa final como esta, tal como a ausência do Richard Ríos, mas o Tomás está bem, treinou sem limitação sexta e sábado, hoje voltará à normalidade. Não temos receios, as sensações são boas. Não vale tentar esconder tudo o que depois se consegue saber, joga ele e o António Silva e como perceberam pelo jogo de ontem da equipa B, o Gonçalo Oliveira não jogou para estar no banco e dar a proteção que eventualmente podemos precisar”.
Sem margem de erro: “Disse antes do jogo com o Famalicão que podia parecer contraditório, ou até idiota, mas acho que perceberam o que quis dizer. É um bocadinho assim, não temos de simular estados de alma, porque é objetivo: temos de ganhar. Não temos outra solução. Em Famalicão, apesar de podermos perder dois pontos era possível continuar a controlar o nosso destino, mas fomos com a mentalidade certa, 60 minutos fantásticos com qualidade, intensidade e ambição. Depois entraram em campo outros factores que nos levaram a empatar o jogo. A atitude foi correta, a semana de trabalho foi longa, mas boa. Temos ausências importantes, mas gente que está à espera de uma oportunidade e vai dar uma boa resposta. O estado de alma do estádio é importante para a equipa e vamos lá com tudo o que temos e com a força de ir para o último jogo só a depender de nós”.
