Liga: Margarido sente "alívio e dever cumprido" no Nacional, Lameiras lamenta derrota do Vitória

Tiago Margarido
Tiago MargaridoHOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Declarações em conferência de imprensa após o jogo Nacional-Vitória SC (2-0), da 34.ª e última jornada da Liga Portugal, disputado no sábado no Estádio da Madeira, no Funchal:

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Tiago Margarido (treinador do Nacional):

"Conhecemos perfeitamente o perfil de jogo do Vitória SC. O que o Vitória pretendia era explorar a velocidade do Oumar Camara, do Telmo Arcanjo e do Gustavo Silva. Então, não podíamos permitir espaço nas costas. Tivemos de fazer um jogo de espera e paciência.

Procurámos ganhar muitas bolas ali no espaço entre linhas para sairmos em contra-ataque. Então, demos a iniciativa ao adversário sem problema nenhum, porque sabíamos que íamos estar por cima do jogo dessa forma. Como tal, o que resultou daí foi o 2-0 para o Nacional.

(Equipa técnica) Sentimento de dever cumprido. Estamos aqui há três anos e contribuímos para três participações do Nacional na Liga. Portanto, é um sentimento de dever cumprido, muitas dificuldades pelo meio, mas, fundamentalmente, alívio e dever cumprido. 

Sinceramente, nós estávamos muito envolvidos nisto, em conseguir o objetivo do Nacional. Estivemos mesmo muito envolvidos até hoje e ainda não tivemos tempo para pensar em mais nada. Amanhã vou parar um pouco, vou falar com o meu agente para perceber o que ele, eventualmente, tem em carteira. A continuidade está sempre em aberto, porque é um clube que me diz muito".

Gil Lameiras (treinador do Vitória SC):

"A nossa equipa esteve sempre por cima e penso que faltou um pouco de sorte para atingir o resultado que queríamos, que era vencer. Não merecíamos este resultado, mas, no fundo, o futebol é feito pelas bolas que entram, e, nesse aspeto, o Nacional foi mais eficaz. Desde o primeiro minuto que fomos sempre superiores ao Nacional, queríamos muito vencer, mas não conseguimos.

(Jovens jogadores) têm sido lançados porque têm feito por isso. Têm feito o seu percurso desde baixo e têm dado boa mostra de si na equipa B. Decidimos promovê-los porque entendemos que neste momento fazia sentido, pois já estão num nível que consideramos alto. 

Relativamente às eleições (para os órgãos sociais), que serão no dia 13 de junho, não me irei pronunciar sobre isso. Apenas esperar para perceber quem é que pode entrar".

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