O onze ideal da 3.ª jornada da Liga Portugal
Passo a passo, o FC Porto vai cimentando a sua posição de campeão nacional e a vontade intransigente de renovar o título. Os dragões pouco alteraram o figurino em relação à temporada passada e a batuta continua entregue ao maestro espanhol Gabri Veiga, que marca o ritmo e o compasso da equipa.
Na receção ao competitivo Arouca (2-0), de Vasco Seabra, os dragões apresentaram a sua melhor versão em 2026/27 e contaram com o camisola 10 para empurrar a equipa para a frente.
Gabri Veiga foi o grande cérebro criativo do FC Porto, juntando um golo a uma exibição de enorme influência no último terço. O médio espanhol somou sete passes decisivos, criou duas grandes oportunidades e registou 1,10 assistências esperadas (xA), além de ter acertado cinco dos 12 cruzamentos que tentou.

Com 30 passes certos em 37 tentados (81%) e 12 passes progressivos, Veiga assumiu um papel determinante na construção e na criação ofensiva dos dragões.

Resolver a vida e desfrutar do futebol
Aos 21 anos e na lista de compras de alguns dos principais clubes europeus, nomeadamente de emblemas de topo em Espanha, o médio decidiu deixar Vigo rumo ao El Dorado da Liga saudita, onde resolveu a vida do ponto de vista financeiro para poder regressar à Europa com maior liberdade na escolha do passo seguinte da carreira.
Acabou por aceitar o projeto do FC Porto, onde foi uma das figuras do regresso dos dragões ao título nacional. Ganhou também cada vez mais influência no onze azul e branco, impondo-se como um dos elementos imprescindíveis no desenho de Francesco Farioli. É uma das figuras dos azuis e do... Campeonato.
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