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Liga Portugal: Sérgio Ferreira lamenta resultado, Carlos Vicens elogia "ambição"

Pau Víctor bisou na vitória do SC Braga no reduto do Alverca por 1-2
Pau Víctor bisou na vitória do SC Braga no reduto do Alverca por 1-2FILIPE AMORIM/LUSA

Declarações em conferência de imprensa após o jogo Alverca-SC Braga (1-2), da quinta jornada da Liga Portugal, disputado este sábado no Complexo Desportivo do FC Alverca.

Recorde as incidências da partida

Sérgio Ferreira (treinador do Alverca):

“O resultado podia ter sido outro pelo que fizemos na segunda parte. Fomos a equipa com mais coragem, que percebeu onde tinha vantagem para conseguir empurrar o Braga para trás.

A forma como sofremos os golos não pode acontecer, pois demos muito espaço aos adversários. A equipa procurou reagir contra um adversário forte. Temos de continuar com a nossa ideia e o objetivo de não cometermos erros defensivos.

Temos de ser muito consistentes a este nível. Fomos um bloco compacto na primeira parte e depois há dois lances em que não podemos dar tanto tempo e espaço para o adversário executar. Vamos manter o nosso plano e ideia porque sempre que a equipa o faz consegue condicionar equipas muito fortes como são o FC Porto, o Sporting e o Braga.

Matheus França é mais-valia para o Alverca? Está cá para aportar qualidade. Chegou ontem (sábado) e não está sincronizado com a nossa forma de jogar, mas é um jogador que vai trazer o lado individual. Esta contratação vai ao encontro ao desejo e ambição da estrutura que é reforçar o clube com jogadores com talento para potenciar”.

Carlos Vicens (treinador do SC Braga):

“A equipa entrou a intenção clara de controlar a partida e conseguiu, na verdade com pouco acerto e falta de contundência e energia na primeira parte. Com as substituições tivemos mais ímpeto e conseguimos fazer os golos.

Quase na primeira vez que o adversário passou o meio-campo cometemos um penálti, ficas a perder quando não merecias, mas a equipa tem de se recompor destas situações. Mostrámos ambição e determinação para ganhar, mas não fechámos o jogo com o terceiro golo. 

Com o Fran (Navarro) ganhámos mais presença na área. Tínhamos chegado na primeira parte, mas faltou-nos concretizar, e um avançado com estas características pode abrir mais espaços no ataque. Depois também com o Gavi Martínez tentámos dar outra energia ao lado esquerdo e creio que o conseguimos.

Com o Pau nunca tens um avançado fixo, porque dá sempre muita mobilidade. É verdade que na primeira parte, com pouca mobilidade, ele atacava facilmente o último terço, mas nessas aproximações faltou-nos contundência para que a bola lhe chegasse para poder finalizar as ações”.

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