Reveja aqui as principais incidências da partida.

A época do Alverca tem sido feita de altos e baixos. Depois de ficar sem vencer nas cinco primeiras jornadas, o emblema ribatejano somou por vitórias as três últimas jornadas e recebia o Arouca com vontade de bater o recorde de vitórias consecutivas na Liga Portugal, já que nunca tinha somado quatro triunfos seguidos no primeiro escalão. Um tónico importante sobretudo depois da eliminação da Taça de Portugal às mãos do secundário Tondela.
Contudo, no conforto de casa, o emblema ribatejano teve aquilo que se pode considerar um arranque em falso. Logo aos 6 minutos, numa tentativa de sair de trás a jogar, Baseya dominou mal a bola e numa tentativa de evitar a recuperação adversária teve uma entrada imprudente sobre Barbero. Vermelho para o defesa e o Alverca reduzido a 10.
Com menos um, o conjunto ribatejano nunca se sentiu confortável. Sérgio Ferreira ainda lançou Bojang para compor o trio de centrais, mas a equipa recuou em demasia, não conseguiu pressionar o Arouca e viu o adversário conseguir oportunidades. E o golo chegou mesmo aos 25’, com um belo passe de Javi Sánchez para Fukui finalizar para o fundo das redes.
O guardião ribatejano ainda viria a negar o bis ao japonês, naquele que foi um primeiro tempo completamente dominado pelos arouquenses.
A segunda parte tornou-se mais equilibrada, Davy Gui teve uma cavalgada que terminou com um remate ao poste, mas a verdade é que o Alverca só obrigou Arruabarrena a fazer uma defesa quando estavam decorridos 88 minutos e o uruguaio encaixou de forma simples a bola de Chiquinho.

O sonho do recorde ficou no vermelho, num jogo que terminou com muita tensão e confusão no centro do relvado, resultando em mais expulsões. O Alverca voltou a cair na Liga Portugal e é o oitavo classificado com 11 pontos. O Arouca somou o segundo triunfo consecutivo com Vítor Severino e ocupa a quinta posição com 17 pontos.
Homem do jogo: Fukui (Arouca).

