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Messi, que viajou na terça-feira para a Argentina, vai estar de descanso por um período ainda indefinido, depois de ter liderado a Albiceleste até à final do Mundial, perdida no domingo por 1-0 no prolongamento frente à Espanha.
"Não há uma data de regresso", afirmou o treinador do Inter, Guillermo Hoyos, na quarta-feira, após a vitória sobre o Chicago Fire por 3-2, com um bis do avançado uruguaio.
"Um Mundial é algo tremendo e há um desgaste físico e mental (...) Eles precisam do tempo", acrescentou, referindo-se a Messi e ao seu companheiro na seleção argentina Rodrigo De Paul, também de descanso.
Perante a ausência de Messi, o seu amigo Suárez tornou-se capitão e principal referência ofensiva das Garzas.
O experiente ponta-de-lança uruguaio soma oito golos nesta temporada da MLS, cinco deles marcados nos dois últimos jogos.
"Desde pequeno ninguém me ofereceu nada"
Frente ao Chicago Fire, Luis Suárez tornou-se o nono jogador com pelo menos 100 jogos disputados pelo Inter Miami e consolidou-se como o segundo melhor marcador da história da equipa, com 50 golos.
"O que tento é ajudar a equipa e que continue neste crescimento", afirmou Suárez. "Apesar da idade que tenho, continuo a demonstrar a ambição que sempre tive, desde pequeno ninguém me ofereceu nada e continuarei a dar tudo até ao último dia", acrescentou.

O sistema 4-3-3 utilizado por Hoyos permitiu a Suárez recuperar o protagonismo que tinha perdido no final da época anterior, com o treinador Javier Mascherano.
As Garzas ocupam o segundo lugar na Conferência Este com 34 pontos, menos cinco do que o líder da secção, o Nashville.
